CAMPANHA CONTRA O CÂNCER DE MAMA

CAMPANHA CONTRA O CÂNCER DE MAMA

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

CHORANDO O LEITE DERRAMADO


PSDB pede auditoria no resultado das eleições
Brasília (AE) - O PSDB protocolou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedido de auditoria especial para verificar o resultado das eleições presidenciais deste ano. O candidato do partido Aécio Neves perdeu a disputa para a petista Dilma Rousseff por uma diferença de 3,28 pontos percentuais. Na petição, assinada pelo coordenador jurídico do PSDB, deputado Carlos Sampaio (SP), o partido justifica que há “uma somatória de denúncias e desconfianças por parte da população brasileira” motivada pela decisão do tribunal de só divulgar o resultado da eleição presidencial após a votação no Estado do Acre.
“O aguardo do encerramento da votação no Estado do Acre, com uma diferença de três horas para os Estados que acompanham o horário de Brasília, enquanto já se procedia a apuração nas demais unidades da federação, com a revelação, às 20h do dia 26 de outubro, de um resultado já definido e com pequena margem de diferença são elementos que acabaram por fomentar, ainda mais, as desconfianças que imperam no seio da sociedade brasileira.”

O partido pede ao TSE a abertura de processo de auditoria nos sistemas de votação e de totalização dos votos, por uma comissão de especialistas formada a partir de representantes indicados pelos partidos políticos. “É justamente com o objetivo de não permitir que a credibilidade do processo eleitoral seja colocada em dúvida pelo cidadão brasileiro que nos dirigimos neste momento à presença de Vossas Excelências”, alega. 

O pedido feito pelo PSDB para que seja realizada uma auditoria na votação do segundo turno foi remetido diretamente para a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Caberá ao presidente da Corte Eleitoral, ministro Dias Toffoli, decidir se profere alguma decisão monocrática no processo ou remete o caso para análise do plenário. 
Ontem, a executiva do PSDB na capital de São Paulo, maior diretório municipal do partido, aprovou uma nota em que contesta o resultado do 2º turno da eleição presidencial.  Na mesma reunião, a executiva do PSDB paulistano decidiu também que o resultado do pleito seja questionado em outra frente ao pedir que seja feita uma representação no TSE para que sejam anulados os votos recebidos por "candidatos que tiveram comprovadamente campanhas financiadas por recursos desviados da Petrobras, conforme depoimentos em delação premiada por Paulo Roberto Costa e pelo doleiro (Alberto) Youssef". "Vamos propor, baseados nas indicações de que houve abuso do poder econômico", explicou o dirigente tucano.  O PSDB da capital paulista defende ainda que Aécio e todo o partido não reconheçam a legitimidade do governo como interlocutor.
 

Fonte: Tribuna do Norte

Fonte: Tribuna do Norte

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

O NOVO GOVERNO DO PT JÁ COMEÇOU A TRABALHAR.




BC surpreende e eleva Selic a 11,25%
Brasília (AE) - Numa decisão totalmente inesperada, o Banco Central (BC) decidiu ontem elevar a taxa básica de juros, para 11,25% ao ano, na primeira ação depois da reeleição da presidente Dilma Rousseff. Desde abril, a Selic estava em 11% ao ano. No comunicado que se seguiu à decisão, a diretoria da instituição avaliou que seria oportuno ajustar as condições monetárias para garantir, a um custo menor, a prevalência de um cenário mais benigno para a inflação em 2015 e 2016. Com a surpresa, os economistas vão, hoje cedo, refazer os cálculos para as projeções de vários indicadores e também definir as apostas para a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para o início de dezembro. Até porque havia unanimidade entre os analistas do mercado financeiro de que a taxa seria mantida  em 11% ao ano.
Um fator que será fundamental para o BC nas próximas decisões de política monetária é o comportamento do dólar. Principalmente depois que o Federal Reserve (Fed, o BC dos Estados Unidos) anunciou na tarde de ontem  que não irá mais continuar com seu programa de compra de ativos. Embora amplamente esperado, o encerramento pressiona as moedas de países emergentes, como o real.
Além disso, a divulgação é vista como um prenúncio de que a alta dos juros por lá está mais próxima. O anúncio se deu antes do início da segunda parte da reunião do Copom e se encaixa no teor do alerta feito pela diretoria do BC no Relatório Trimestral de Inflação de setembro sobre a aversão ao risco que se instalou no mercado internacional.
Do lado doméstico, a elevação da taxa se deu em meio a indefinições sobre a permanência dos membros do Copom em seus cargos. Apesar de haver um consenso no mercado sobre a permanência de Alexandre Tombini à frente do BC, aguarda-se a oficialização dessa expectativa pela presidente Dilma. Se a estabilidade da Selic já era bola cantada, os diretores tiveram que lidar com um fator exógeno na reunião, que são os rumores sobre os possíveis desligamentos de seus cargos. Muitos estão “incomodados” com essa situação de indefinição.
Há um consenso, no entanto, de que nenhum deles baterá o martelo sobre o rumo de suas carreiras antes da definição na alta cúpula da instituição. Antes disso, é aguardado o novo nome do Ministério da Fazenda, que hoje tem como titular Guido Mantega. Vale lembrar que o BC é subordinado à Pasta e que em casos como o de um possível descumprimento da meta de inflação, por exemplo - que pode ocorrer este ano -, o presidente da instituição tem que dar satisfação ao ministro da Fazenda.
Apesar do marasmo da economia, pesou na decisão sobre os juros, segundo as primeiras análises de economistas, a tendência altista dos preços. A inflação oficial do País escapou do teto da meta de 6,5% - em 12 meses até setembro, o IPCA estava 6,75%. Há ainda uma expectativa de redução da taxa até o final do ano, mas convergência para o centro da meta de 4,5% mesmo, como até o BC admite, só em 2016. O BC já deve ter incorporado em sua decisão de hoje a informação também de que a política fiscal não tem contribuído para a administração da política monetária ao longo deste ano, com reflexos em 2015.
Fonte: Tribuna do Norte

DISSON CORRE O RISCO DE NÃO ASSUMIR COMO DEPUTADO.




Deputado eleito é condenado na Câmara Criminal do TJ
O ex-prefeito de Goianinha Rudson Lisboa, o Disson (PSD), corre o risco de não ser diplomado como deputado estadual. Eleito no pleito de 5 de outubro, o político foi condenado ontem pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte. Ele responde a processo de improbidade administrativa por suposta dispensa irregular de licitação, durante o segundo mandato como prefeito de Goianinha (quando governou de 2005 a 2008).
Na condenação imposta pela Câmara ainda cabe recurso ao plenário do Tribunal. No entanto, se a decisão for mantida, o deputado eleito terá a inelegibilidade decretada e poderá não ser diplomado.
Pela Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar nº. 135 de 2010), são considerados inelegíveis (ou fichas sujas) os candidatos que forem condenados, entre outras práticas, por crimes contra a administração pública e o patrimônio público, desde que a decisão tenha transitado em julgado (quando não cabe mais recurso) ou proferida por órgão colegiado. Na decisão contra Disson, ainda há a possibilidade de revisão pelo próprio Tribunal de Justiça.
Na decisão da Câmara Criminal que manteve a condenação de Disson, o desembargador Glauber Rêgo foi voto vencido. O prazo para o recurso é de 10 dias, contados de ontem.
A reportagem da TRIBUNA DO NORTE tentou, durante toda a tarde de ontem, falar com o deputado eleito Disson Lisboa, mas ele não atendeu ao telefone celular.

VOTOS PARA COLIGAÇÃO
O advogado Paulo de Tarso Fernandes, especialista em Direito Eleitoral, analisou que, caso seja condenado e tornado inelegível, os votos de Disson Lisboa, que conseguiu 26.618 votos, permanecem na coligação. Caso essa hipótese seja concretizada, o novo deputado estadual seria o André Luís Fernandes da Fonseca, conhecido como Major Fernandes, que obteve 25.006 votos.
O advogado explicou que caso a inelegibilidade seja decretada, a partir dessa decisão do Tribunal de Justiça, ela já terá ocorrido após a eleição, por isso os votos são contados como sendo da coligação. “A legislação entende que o candidato concorreu com o registro deferido, por isso, os votos permanecem na coligação”, explicou o advogado.
Ele lembrou que recentemente, ao analisar os casos do ex-governador José Roberto Arruda e do ex-deputado federal Paulo Maluf o Tribunal Superior Eleitoral entendeu que mesmo a condenação tendo ocorrido após o registro da candidatura, a punição de inelegibilidade já atingiria o mandato a ser conquistado.
“Claro que depende de condicionantes, mas nesse caso (apresentado pela reportagem da TRIBUNA DO NORTE) foi posterior a eleição e ele (Disson) concorreu com registro válido”, destacou.
Fonte: Tribuna do Norte

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

HENRIQUE AGRADECE OS VOTOS RECEBIDOS


Em pronunciamento, Henrique agradece aos eleitores e aliados

Com 734.646 votos no segundo turno das eleições (45,58% dos votos válidos), o deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB) agradeceu  aos eleitores e o apoio dos diversos partidos e lideranças durante os a campanha disputa pelo Executivo. Já com o resultado nas urnas declarado pelo Tribunal Regional Eleitoral, o presidente da Câmara dos Deputados Henrique Eduardo Alves falou à imprensa, quando relembrou a trajetória política e disse que irá fazer uma oposição “vigilante e democrática” ao novo governador eleito.
“Eu agradeço a todos os que me apoiaram, a cada cidadão que me confiou o voto e conseguimos fazer esta bonita campanha”, afirmou. Sem demonstrar abatimento, o deputado enfatizou por diversas vezes que mantém a serenidade neste momento e que irá respeitar a decisão democrática oriundas das urnas. “Eu enfrentei de cabeça erguida,  uma quando fui convocado para esta luta pelo meu partido, o PMDB, por outros partidos, e lideranças e me dediquei totalmente. Eu me entreguei de corpo e alma e dei o que eu tinha de competência, de experiência na vida política, desde os 28 anos de idade. E saio bastante tranquilo”, lembrou. 
Alegando uma formação democrática e por aprendizado também, Henrique Alves desejou sucesso ao  futuro governador eleito. “Desejo que 
Robinson Faria, cumpra com todos os seus compromissos. De nossa parte, ele terá uma oposição vigilante e democrática, como deve ser”, ponderou. 
O candidato está há 44 anos no Congresso Nacional. Henrique disse que não há arrependimentos e acredita que este era o momento para tentar a vaga no Executivo estadual. “Com a trajetória que tenho de 11 mandatos de deputado federal, com o que consegui, com os projetos que realizei para o meu estado, acredito ter chegado a hora de oferecer ao meu Estado tudo que fiz e minha experiência, com muita honra, dedicação serenidade e minha campanha mostrou esse posicionamento”, destacou em sua mensagem.
Henrique Alves enfatizou que sai da campanha com a mesma dignidade de quando aceitou o desafio posto pelas lideranças potiguares e pelo PMDB. “Do jeito que entrei, eu saio de cabeça erguida por ter dado o melhor de mim no momento que o Estado mais precisou, isso me fez reconhecer essa bonita campanha pelas estradas do meu Estado.”

Sem detalhar projetos, Henrique Alves revelou que continuará, a partir de 2015, contribuindo na vida política com o Estado. Como no primeiro turno, o candidato ao Governo do Estado pela Coligação União Pela Mudança, Henrique Eduardo Alves, votou pela manhã. Por volta das 11h20, o presidente da Câmara Federal chegou, acompanhado com a esposa e apoiadores,  na seção que funciona na Fundação José Augusto, no Tirol. Ao sair, Henrique Alves falou com a imprensa e avaliou como positivo o pleito deste ano e se disse confiante na vitória. Ele destacou a trajetória de 44 anos na política e que irá esperar o resultado hoje com serenidade, junto com a família. 
Durante todo o dia de ontem, o deputado saiu de casa apenas para votar e depois percorreu alguns bairros das Zonas Norte e Oeste da capital. Sem visitar seções eleitorais, o candidato do PMDB ao governo do Estado passou por Soledade e Santa Catarina, na Zona Norte, e Felipe Camarão, na zona Oeste.

Fonte: http://tribunadonorte.com.br/

CONCORDO EM SEPARAR O BRASIL. MAIS VOCÊS FICAM COM DILMA.


Romeu Tuma Jr. propõe muro para dividir País em duas partes

"Vamos respeitar os eleitores do PT e mandar a Dilma só para eles", diz a imagem que mostra o mapa do Brasil dividido por uma linha vermelha horizontal

O ex-secretário nacional de Justiça, advogado e desafeto do PT, Romeu Tuma Júnior, tem publicado, nas últimas semanas, diversas frases polêmicas em sua página oficial no Twitter, devido a sua militância contra a candidata Dilma Rousseff e a favor do candidato Aécio Neves (PSDB). Com a vitória de Dilma, que venceu as eleições presidenciais neste domingo, com 51% dos votos, o advogado publicou uma imagem propondo a divisão do País, por meio de um muro.
"Vamos respeitar os eleitores do PT e mandar a Dilma só para eles", diz a imagem que mostra o mapa do Brasil dividido por uma linha vermelha horizontal. De um lado, estão os Estados do Norte e do Nordeste, do outro, estão os demais Estados do País e o Distrito Federal. O muro seria semelhante ao de Berlim, que dividiu a Alemanha em duas partes.
Em outra publicação, Romeu Tuma diz querer "entender os nordestinos". "Um dia gostaria de entender porque o pessoal no Nordeste vota no PT depois vem para São Paulo buscando uma vida melhor!?!", exclama.
Em seu discurso, após a apuração dos votos, Dilma disse que o País não está dividido. Romeu Tuma escreveu uma publicação sobre essa afirmação da candidata recém-reeleita. "Dilma 54,5 milhões de votos, Aécio 51,1 milhões, Nenhum 37,2 milhões! País não está dividido, está querendo que se foda! Por isso deu PT....", publicou ele, relembrando os 21% de eleitores que não votaram, além dos que votaram em branco ou nulo.
O ex-secretário nacional de Justiça, advogado e desafeto do PT, Romeu Tuma Júnior, tem publicado, nas últimas semanas, diversas frases polêmicas em sua página oficial no Twitter, devido a sua militância contra a candidata Dilma Rousseff e a favor do candidato Aécio Neves (PSDB). Com a vitória de Dilma, que venceu as eleições presidenciais neste domingo, com 51% dos votos, o advogado publicou uma imagem propondo a divisão do País, por meio de um muro.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/

JÁ VAI TARDE!!!


Indignado, Coronel Telhada fala em separar SP do País

“Mais quatro anos de corrupção e de desgoverno para o Brasil”, escreve o deputado estadual eleito sobre a reeleição de Dilma Rousseffe

Deputado estadual eleito em São Paulo, Coronel Telhada (PSDB) usou as redes sociais para manifestar sua indignação com a reeleição de Dilma Rousseff (PT) à Presidência da República, que venceu o tucano Aécio Neves no segundo turno da eleição.

“Mais quatro anos de corrupção e de desgoverno para o Brasil”, escreveu Telhada no Facebook. “Parabéns aos que votaram em Branco e Nulos, vocês condenaram o Brasil com a sua omissão e covardia.”
O deputado estadual eleito disse estar “triste, estou muito triste” e que acha “que chegou a hora de São Paulo se separar do resto desse país”. “Que o Brasil engula esse sapo atravessado”, afirmou.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/

O BRASIL JÉ ESTA DIVIDIDO A MUITOS ANOS.


Em rede social, vereadora de Natal define Norte e Nordeste como nova Cuba
Professora aposentada e defensora da Educação na Câmara Municipal do Natal, a vereadora Eleika Bezerra (PSDC) gerou polêmica com uma postagem em sua página no Facebook, na manhã desta segunda-feira (27). A vereadora publicou uma montagem em que o mapa do Brasil é dividido entre "Brasil" e "Nova Cuba", marcando o Norte e Nordeste, além de Espírito Santo e Rio de Janeiro, como separado do restante do país. Além disso, a imagem sugere a implosão do estado de Minas Gerais e construção de um lago.Na eleição deste ano, o PSDC, partido da vereadora, teve Eymael como candidato à Presidência da República. No segundo turno, a legenda optou por apoiar o candidato Aécio Neves (PSDB), que foi derrotado por Dilma Rousseff (PT). A presidente venceu na maioria do Norte e em todo o Nordeste, além de vencer também em Minas Gerais e no Rio de Janeiro.
Menos de uma hora após a postagem, a imagem já havia sido compartilhada por 35 pessoas e recebido 85 comentários - na maioria dos casos, negativos à postura da professora. "Vamos denunciar essa senhora", postou um internauta. "Vamos implodir o seu mandato de vereadora em 2016", postou outra pessoa.

Aos 71 anos de idade, Eleika Bezerra está em seu primeiro mandato na Câmara Municipal do Natal. Ela foi eleita em 2012, com 2.210 votos e é integrante da comissão de Educação do Legislativo Municipal. 

Fonte: http://tribunadonorte.com.br/

sábado, 25 de outubro de 2014

LAVARAM MUITA ROUPA SUJA.

Corrupção e críticas à gestão FHC marcam último debate entre Dilma e Aécio
No debate derradeiro entre os candidatos à Presidência da República, promovido nesta sexta-feira (24) pela TV Globo, Dilma Rousseff (PT) procurou fazer críticas à gestão de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) para desgastar Aécio Neves (PSDB), que escolheu a corrupção para tentar atingir a adversária. A dois dias do segundo turno das eleições, o embate entre os presidenciáveis teve menos troca-troca de "podres" e pontos fracos, em comparação a outros confrontos.
Reportagem da revista "Veja", segundo a qual o doleiro Alberto Youssef teria declarado, em delação premiada, que a presidente e o antecessor Luiz Inácio Lula da Silva sabiam do esquema de desvios na Petrobras, apareceu apenas no primeiro bloco, após pergunta de Aécio. A falta de água em São Paulo, Estado governado pelo tucano Geraldo Alckmin, também foi mencionada apenas uma vez, provocada por Dilma. Em gravação divulgada hoje, Dilma Pena, presidente da Sabesp, diz quehouve "orientação superior" para não alertar a população sobre a falta de água.

"Petrolão" e críticas à gestão FHC

O tucano abriu o debate com uma pergunta a Dilma a respeito das denúncias da Veja: "A senhora sabia?". Na resposta, Dilma afirmou que a "Veja" faz "oposição sistemática" a ela e ao PT e fez "calúnia e difamação" com a reportagem publicada esta semana. "E o senhor endossa na sua pergunta (…) A revista 'Veja' não apresenta uma prova", disse a petista, que afirmou que a publicação tenta dar um "golpe eleitoral".
"E isso não é a primeira vez que ela fez: fez em 2002, em 2006, em 2010 e 2014, mas o povo não é bobo (…) O povo brasileiro vai mostrar a sua indignação no domingo, votando e derrotado essa proposta que o senhor representa."
Na réplica, Aécio disse que Dilma deveria se explicar, e não desqualificar a revista. "Não acredito que acusação a revista seja a melhor resposta. A delação premiada só traz ao réu benefício se tiver prova."
No decorrer do bloco, Dilma mirou a gestão FHC, que, segundo ela,  "deixou nas costas do povo as crises ocorridas nos oito anos de mandato, com arrocho salarial e desemprego". Em resposta, Aécio disse que, desde o Plano Real (1994), Dilma será a primeira presidente que terminará o mandato com a inflação maior do que recebeu.
"Eu acho que o senhor está mal informado, porque quem deixou o país com uma inflação maior do que recebeu foi o governo tucano, do Fernando Henrique", respondeu a petista.
"O seu governo afugentou os investimentos e a inflação infelizmente está de volta", afirmou o tucano. "A situação do Brasil é extremamente grave, candidata, e é preciso que seu governo reconheça isso, porque os mercados, outros países, os brasileiros, já reconhecem."
Fonte: http://eleicoes.uol.com.br/

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