SOS CANGUARETAMA

SOS CANGUARETAMA

segunda-feira, 25 de maio de 2015

UM DIA A VERDADE VAI APARECER.

Veja afirma que Dirceu estaria disposto a denunciar o ex-presidente Lula
Ainda conforme reportagem da revista, o ex-presidente não foi atingido pelo escândalo do mensalão porque o publicitário Marcos Valério recebeu propina do PT
Como forma de amenizar eventuais implicações no escândalo da Operação Lava Jato, o ex-ministro chefe da Casa Civil José Dirceu estaria disposto a falar da participação do ex-presidente Lula tanto no mensalão, quanto na Lava Jato. A informação é da revista Veja desta semana.
Segundo a revista, Dirceu “jamais se voltou contra o antigo chefe, que lhe prometeu ajuda — e recursos — para desmontar a ‘farsa do mensalão’. Deu em nada”. “Investigado no escândalo do petrolão, o ex-ministro agora emite sinais de que pode contar o que sabe sobre os dois esquemas de corrupção usados pelo governo para comprar o apoio de partidos aliados. Seus amigos garantem que, se cumprir a promessa, o magoado e abandonado Dirceu vai fritar o antigo chefe”, ressalta a revista.
A amigos, conforme a Veja, Dirceu sempre protestou contra a condenação superior à sete anos no julgamento do mensalão. E a pessoas próximas ele tem culpado o ex-presidente Lula pela sua perda de expressão política após o mensalão.
A publicação também afirma que Lula somente não foi implicado no escândalo do mensalão porque o operador do esquema, o publicitário Marcos Valério, pediu propina ao PT para não comprometer o ex-presidente no caso. O pedido de propina ocorreu durante uma conversa entre ele e o senador Delcídio do Amaral (PT-MS), na época presidente da CPI dos Correios, que investigava o caso. Amaral negou qualquer conversa neste sentido.

 Fonte: Jornal de Hoje (Congresso em Foco)

sábado, 23 de maio de 2015

GOVERNO DILMA VAI CORTA MAIS DE 9 BILHÕES DA EDUCAÇÃO. ISSO SIM É UMA PÁTRIA EDUCADORA.

PAC, saúde e educação lideram cortes
Brasília (AE) - O governo Dilma Rousseff anunciou ontem o maior contingenciamento de gastos públicos em 13 anos de Orçamento federal sob a administração do PT. Foram R$ 69,9 bilhões em retenções de despesas previstas neste ano, atingindo todos os 39 ministérios. Em volume de recursos, Cidades, Saúde e Educação foram, no entanto, os mais atingidos pela tesoura da equipe econômica.
Os cortes afetaram, principalmente, as principais vitrines criadas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que bancaram a reeleição da presidente Dilma. O governo cortou R$ 25,7 bilhões do limite de gastos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) - quase R$ 7 bilhões do programa Minha Casa, Minha Vida. 
 Comandado por Gilberto Kassab (PSD), responsável pelo Minha Casa, Minha Vida, o Ministério das Cidades sofreu um corte total de R$ 17,2 bilhões. Com isso, terá menos da metade do originalmente previsto no Orçamento aprovado pelo Congresso Nacional no mês passado.
Na Saúde, o corte chegou a R$ 11,7 bilhões e na Educação, a R$ 9,4 bilhões. Ainda assim, defendeu o governo, os limites de gastos ficaram acima do mínimo exigido pela Constituição. 
O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, se esforçou para reforçar que outras bandeiras do PT, como Mais Médicos, Farmácia Popular e Financiamento Estudantil (Fies), terão recursos para atravessar 2015. "Todos os ministérios contribuirão com o esforço de contenção de despesas", disse Barbosa no anúncio dos cortes, que não contou com a presença do ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

Pendentes
Nelson Barbosa afirmou que o governo vai concentrar os esforços do PAC e Minha Casa Minha Vida nos pagamentos que ficaram "pendurados" de 2014 para 2015, os chamados restos a pagar. "Vamos reduzir os restos a pagar, como já estamos fazendo, e pagar aquelas obras que estão com 70% ou mais de execução, seguindo os cronogramas. Mas vamos também fazer obras novas", prometeu.
O anúncio de ontem foi cercado de expectativa, após uma divisão interna na equipe econômica sobre os rumos do ajuste fiscal. Horas antes, o governo tinha publicado uma medida provisória elevando de 15% para 20% a alíquota da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) cobrada dos bancos.
Na segunda-feira, a presidente Dilma e os ministros da área econômica tinham definido um corte próximo de R$ 70 bilhões, como informou a reportagem, e que seria acompanhado de aumento de impostos. Mas até a noite de quinta-feira, o ministro Joaquim Levy pressionou internamente para elevar o corte a R$ 78 bilhões.
Fonte: http://tribunadonorte.com.br/

CRIAÇÃO DE NOVAS CIDADES ENTRA NA PAUTA DO SENADO.

Criação de novas cidades entra na pauta política
Um projeto de lei aprovado quarta-feira na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado voltou a aguçar o sonho dos que defendem a criação de novos municípios no Rio Grande do Norte como uma das  saída mais viáveis para melhorar a vida dos moradores de comunidades rurais como São Geraldo, em Caraúbas, ou Diogo Lopes em Macau, mas causa preocupação aos prefeitos que na próxima semana embarcam para Brasília, com o pires nas mãos, para endossar a mobilização em defesa de um novo pacto federativo que bote mais dinheiro nos municípios.
O  PLS 199/2015 que regula a criação, incorporação, fusão e o desmembramento de municípios é a terceira tentativa de regulamentação do assunto pelo Senado depois que duas propostas foram vetadas integralmente em 2013 e 2014. A nova proposta teve parecer favorável do relator, senador Valdir Raupp (PMDB-RO), e segue para votação no Plenário do Senado.
O PLS 199  resgata quase todo o conteúdo do PLS 104/2014, vetado pela presidente Dilma Rousseff em agosto do ano passado. O projeto reúne critérios de viabilidade; exigências de população mínima; e regras para a apresentação de proposta de fusão ou desmembramento de Municípios às assembleias estaduais e de realização de plebiscito para consulta à população interessada.
O ponto de partida para a criação de novos Municípios, de acordo com esse projeto, será a apresentação de requerimento à assembleia legislativa estadual, apoiado por 20% do eleitorado da área alvo de emancipação ou desmembramento ou 3% dos eleitores de cada um dos municípios com pretensões de fusão ou incorporação.
Mas tem um obstáculo que, no momento, é considerado intransponível para o RN: a criação de novos  municípios também depende do alcance de um contingente populacional mínimo. Assim, depois de fundido ou dividido, sua população deverá ser igual ou superior a 6 mil habitantes nas Regiões Norte e Centro-Oeste; 12 mil na Região Nordeste; e 20 mil nas Regiões Sul e Sudeste. Sua área urbana também não poderá estar em reservas indígenas, área de preservação ambiental ou terreno pertencente à União.
Na avaliação do relator, o projeto define condições mais propícias à fusão e incorporação de municípios. Isso deverá dar um suporte, conforme argumentou, às unidades com baixa viabilidade econômica, que, unidas a outras em situação semelhante, ganhariam em economia de escala na provisão de serviços públicos.
Outro ponto do projeto evita, temporariamente, perdas de receita decorrentes da aglutinação de Municípios. O PLS 199/2015 estabelece que, nos 12 anos seguintes à fusão ou incorporação, os novos Municípios alvo da medida recebam o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) como se ainda estivessem separados. A ressalva é importante porque, pelas regras do FPM, a aglutinação de dois Municípios de cinco mil habitantes cada, por exemplo, faria com que o novo município de 10 mil habitantes recebesse menos do que a soma da receita dos dois separadamente.
Ao vetar os outros dois projetos do Senado, a presidente da República alegou, na ocasião, temer o crescimento exagerado no número de municípios brasileiros, o que geraria impacto financeiro para as novas unidades, as já existentes e também para os Estados.
Fonte: Tribuna do Norte

quarta-feira, 20 de maio de 2015

MORADORES DE BARRA DO CUNHAÚ VIVEM UMA VERDADEIRA ONDA DE ASSALTOS

Uma verdadeira onda de assaltos vem atormentando a população do Distrito de Barra do Cunhaú. Os ladrões geralmente em motos circulam tranquilamente nas ruas, não se preocupam nem mesmo em usar capacete, a situação está tão "fácil" para a bandidagem que passam várias vezes nos comércios para marcar o território, a população como sempre é a mais prejudicada. Não se pode caminhar com um celular, relógio, bolsa ou qualquer objeto que chame a atenção dos meliantes. A polícia até que aparece "vez em quando" mas sabemos que eles não podem estar em todos os lugares ao mesmo tempo. A noite as ruas ficam desertas logo cedo, dando a impressão de um Distrito deserto, mas na verdade é a população presa em suas casas e os bandidos soltos nas ruas. Enquanto isso o poder público não se manifesta. Até quando essa onda de insegurança vai transformar o paraíso em um verdadeiro inferno?


DE OLHO NO OLHO.

Câncer no olho pode ser detectado através de smartphones; entenda como

O tumor fica exposto em casos de fotografias digitais com a utilização do flash, uma vez que sua composição molecular, viscosidade e formato refletem a luz incidente no olho

A rede de TV ABC News divulgou nesta semana que uma mãe diagnosticou um tipo de câncer em seu próprio filho através da câmera de um smartphone. Segundo Julie Fitzgerald, mãe de Avery, uma mancha insistia em aparecer no olho esquerdo do garoto após fotos realizadas pelo aparelho. Com isso, Julie optou por levá-lo ao médico, que logo constatou o problema.
O garoto estava com retinoblastoma, um tipo de câncer que se desenvolve na retina, atinge exclusivamente crianças e não apresenta sintomas na fase inicial.
Porém, o tumor fica exposto em casos de fotografias digitais com a utilização do flash, uma vez que sua composição molecular, viscosidade e formato refletem a luz incidente no olho.
O caso foi descoberto após a mãe do garoto conhecer uma campanha da Childhood Eye Cancer Trust, especialista em tumores oculares. A campanha promove a utilização de aparelhos para fim de diagnósticos. Porém, nem toda mancha branca nos olhos deve ser interpretado como câncer. Por isso, é preciso sempre ter um acompanhamento médico. Portanto, caso você perceba alguma alteração nos olhos do seu filho, não se desespere. Procure um oftalmologista e faça os exames necessários.

Fonte: http://jornaldehoje.com.br/

COMO REDUZIR PESO E BARRIGA.

Água de limão, pepino e gengibre reduz peso e barriga em poucos dias
A dica é tomar a água Sass durante o dia, especialmente meia hora antes das refeições
Esta receita é muito poderosa. Ela foi desenvolvida por Cynthia Sass, diretora da revista Prevention, a publicação americana mais popular sobre saúde e qualidade de vida.
É por isso que é conhecida como “água Sass”. Cynthia é formada em nutrição, com mestrado em saúde pública e especialização em dietas.
O gengibre, o limão e o pepino são os componentes da receita que garantem a redução de peso e do abdome em poucos dias.
E a hortelã entra para melhorar a saúde do aparelho digestivo.
A dica é tomar a água Sass durante o dia, especialmente meia hora antes das refeições.
Vamos aprender a receita?
INGREDIENTES
– 2 litros de água
– 1 colher (chá) de gengibre moído na hora
– 1 pepino médio descascado e cortado em fatias finas
– 1 limão médio cortado em fatias finas
– 12 folhas de hortelã
MODO DE PREPARO
Misture todos os ingredientes em uma jarra e leve à geladeira, à noite, para descansar de um dia para o outro.
Consuma toda a preparação ao longo do dia e não deixe de beber um copo meia hora antes das refeições. 

Fonte: http://jornaldehoje.com.br  (Ideal Receitas)

GOVERNO DO PT ESTUDA NOVA RODADA DE IMPOSTOS.

Por ajuste fiscal, governo estuda nova rodada de aumento de impostos

Objetivo é proteger as contas públicas de eventuais alterações promovidas pelo Congresso. Cortes em gastos devem somar R$ 70 bilhões

O governo pretende combinar os cortes em gastos previstos no Orçamento deste ano com uma nova rodada de aumento de impostos. O objetivo da medida, preparada pelo Ministério da Fazenda, é garantir o ajuste fiscal e afastar o risco de rebaixamento da nota de crédito do Brasil. A presidente Dilma Rousseff começou a discutir neste domingo o tamanho do contingenciamento, que será definido após negociações nesta semana com o Congresso. O corte deve ser da ordem de 70 bilhões de reais.
Os ministros Joaquim Levy (Fazenda), Nelson Barbosa (Planejamento) e Aloizio Mercadante (Casa Civil), que compõem a junta orçamentária, levaram propostas distintas à reunião de quatro horas, no Palácio da Alvorada. Nesta segunda-feira, o tema será retomado na reunião de coordenação política do governo.
Levy apresentou uma estimativa de corte mais elevada, de 78 bilhões de reais, que compensaria as perdas aplicadas pelos parlamentares no ajuste fiscal. As modificações feitas pela Câmara nas medidas provisórias que alteram benefícios trabalhistas e previdenciários incluíram desde restrições mais leves que as pretendidas pela equipe econômica no seguro-desemprego e na pensão por morte até a flexibilização do fator previdenciário, criado para poupar gastos do governo com aposentadorias.
Mercadante defendia um contingenciamento grande, mas não superior a 60 bilhões de reais, de forma a não paralisar completamente a máquina federal. É uma posição mais próxima daquela do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, que passou os últimos dois meses se reunindo com ministros e secretários do governo para definir, com cada pasta e autarquia, os limites orçamentários.
Na Fazenda, a avaliação é que quanto menor for o corte, maior será a necessidade de “complementação” com aumento de impostos. À agência Reuters, uma fonte informou que o Ministério da Fazenda acertou com Dilma que haverá aumento dos tributos PIS e Cofins a ser feito por decreto. “Esse aumento do PIS e da Cofins será anunciado após o contingenciamento de verbas (do Orçamento da União)”, disse, sem dar mais detalhes. “A conta do superávit não fecha após as alterações feitas no Congresso nas MPs 664 e 665 e mesmo considerando o contingenciamento”, acrescentou.
Entre os auxiliares de Dilma, a defesa de Levy por um bloqueio mais severo tem por objetivo não só acenar aos agentes financeiros, mas também proteger as contas públicas de eventuais alterações promovidas pelo Congresso no projeto de lei que revê a política de desoneração da folha de pagamento, outra medida fundamental para fechar as contas oficiais. O martelo sobre a amplitude do contingenciamento só deve ser batido após a votação desta proposta na Câmara, prevista para ocorrer às vésperas do anúncio dos cortes, nesta semana.
Fonte: Tribuna do Norte (Veja)

terça-feira, 19 de maio de 2015

ENTRA GOVERNO, SAI GOVERNO E NADA MUDA.

Espera por cirurgia vascular é longa
Há 12 dias, José Barbosa da Silva Filho, 58 anos, aguarda por uma cirurgia no corredor do hospital de referência em traumatologia do Rio Grande do Norte – Monsenhor Walfredo Gurgel. Entretanto, a cirurgia aguardada por José não é ortopédica, mas vascular. “Estava caminhando, batalhando, quando pisei em um prego que atravessou a chinela havaiana”, conta o morador de Passo da Pátria, que desenvolveu o chamado “pé diabético”. Após passar por três unidades de saúde, foi acolhido pelos corredores do Walfredo, onde aguardava ontem (18), com outros nove pacientes, por uma transferência para o hospital especializado – o Rui Pereira (antigo Itorn). Apenas uma vaga é disponibilizada por dia pela unidade.
No Rio Grande do Norte, a diabetes segue a mesma tendência nacional de crescimento. De acordo com a pesquisa Vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2014), a doença atinge 52% da população natalense – a capital é a 14ª no Brasil. A falta de assistência ao tratamento e controle da doença na base do sistema de saúde, porém, leva ao agravamento do quadro e a amputação de membros.
Embora possua 81 leitos para internação e oito de UTI, a capacidade do hospital Rui Pereira não dá vazão à necessidade do estado. Além dos nove pacientes que aguardavam vaga nos corredores do Walfredo, mais oito esperavam a cirurgia em casa. Segundo a diretora geral do hospital, a falta de “disposição e condição” dos municípios impede o contrarreferenciamento. Nestes casos, o hospital, além de superlotar, também sofre com desabastecimento.
“O Walfredo deve ser apenas urgência e emergência vascular, e estamos tentando fazer isso. A ideia é que este paciente nem deveria ter entrado no Walfredo. Não temos leitos suficientes agora, precisamos da rotatividade, e por isso é importante que ele vá para o seu município e aguarde o atendimento lá”, afirma a diretora geral do Rui Pereira, Patrícia Albuquerque. 
O hospital dispõe de 81 leitos de enfermaria, mais oito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Diariamente, disponibiliza uma vaga para o Walfredo Gurgel e duas para a fila de espera de cirurgias vasculares. “A reestruturação do nosso fluxo chegou em julho de 2014, mas a adaptação demanda certo tempo, e precisa da conscientização dos municípios. É preciso que o paciente que fez a cirurgia retorne em pouco tempo para o município de origem”, acrescentou Patrícia Albuquerque. Uma alternativa adotada pelo hospital é fazer a triagem ambulatorial dos pacientes, criando uma “lista de espera” de cirurgias para pacientes que não estão em estado grave.

De acordo com ela, a unidade já começou a sofrer com desabastecimento devido à superlotação. “Vai chegar a um ponto, como já estamos passando, de desabastecimento. Não temos como assumir tudo. Recebemos na última sexta-feira antibiótico e cobertura de curativos, já está quase tudo normalizado”, garantiu.
A diretora do Walfredo Gurgel, Fátima Pinheiro, reconhece que as emergências vasculares devem ser recebidas pela unidade, mas afirma que o prazo para deslocamento dos pacientes não é respeitado. “O grave vem, faz o procedimento, e teríamos um prazo de pelo menos 48 horas para transferir. O problema é que a base não está funcionando, então o paciente já chega grave. E por mais que a gente consiga mandar um por dia (para o Rui Pereira), entram quatro, cinco e até dez por dia”, assevera.
O pedreiro João Alves de Assis,  de 52 anos, tentava ontem uma tática diferente na busca de uma transferência. Resolveu ficar em jejum para caso surgisse uma vaga de cirurgia. “Não tomei café, estou esperando para ver se me transferem”, comentou o pedreiro, que também sofria com pé diabético. 
Fonte: Tribuna do Norte

MAIS UM EFEITO DO DESGOVERNO DO PT.

Frustração de receitas chegam a R$ 1,9 bilhão
A desoneração de impostos adotada pelo Governo Federal como forma de incentivar a indústria teve como consequência uma frustração de repasses equivalentes a R$ 1,93 bilhão, para os municípios do Rio Grande do Norte, no período de 2008 a 2012. O cálculo é feito a partir da arrecadação que foram renunciadas com os incentivos tributários concedidos para empresas dos setores automotivo e da “linha branca”.
A pesquisa foi divulgada pela Confederação Nacional dos Municípios e está sendo usada como argumento para a necessidade de um novo pacto federativo. A estimativa da entidade é que, de 2008 a 2012, R$ 707 milhões saíram (ou deixaram de entrar na contabilidade) dos pequenos municípios potiguares, aqueles com menos de 10.188 habitantes, os mais dependentes das transferências constitucionais.
Entre os municípios potiguares, a capital foi a que teve maior frustração de receita, contabilizando  R$ 254,9 milhões. A secretária municipal de Planejamento, Virgínia Ferreira, observa a queda na arrecadação da Prefeitura. “Enquanto o país vinha crescendo, a gente vinha tendo repasses normais. Mas, agora, desde o meio do ano passado para este ano, sentimos muito a queda. Estamos discutindo esse assunto diariamente”, comentou ela, lembrando que a situação financeira vem se agravando pela redução também na arrecadação de receitas próprias, como o ITIV (Imposto de Transmissão Intervivos).
No caso da pesquisa divulgada pela Confederação Nacional dos Municípios, as prefeituras de Parnamirim e de Mossoró tiveram uma frustração semelhante no período de 2008 a 2012: R$ 78,5 milhões. São Gonçalo do Amarante foi atingido com R$ 31 milhões nesses quatro anos.
Nos números divulgados, a Confederação Nacional dos Municípios deixa claro que esses valores são projeções estatísticas. Mas elas são próximas de outro levantamento já divulgado do Tribunal de Contas da União.
De acordo com o TCU, com as desonerações, a União deixou de arrecadar em Imposto de Renda (IR) e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) entre 2008-2012 mais de R$ 327 bilhões. Estados, Distrito Federal e municípios deixaram de receber repasses da ordem de R$ 190 bilhões. A região Nordeste, sozinha, deixou de receber R$ 68 bilhões.
A queda de transferência ocorre porque a renúncia fiscal é, principalmente, em tributos como IPI, IR e Imposto de Renda e Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre os combustíveis, inclusos nas transferências legais da União para as cidades e unidades da Federação. Parte destes impostos compões o Fundo de Participal dos Municípios, uma das principais fontes de recursos para algumas prefeituras. 
Quando o governo federal incentiva a economia com desconto no IR e IPI, há uma queda no repasse das transferências legais, como FPM, o que encolhe o orçamento de governos estaduais e municipais.
Essa implicação das desonerações tem motivado a discussões de mudanças no “pacto federativo”. “As desonerações foram perversas. Precisamos encontrar uma conta, em que se possa fazer uma média de contribuição em função dos descontos nos impostos para não prejudicar os estados e municípios que não são grandes  produtores de bens e serviços”, afirmou o presidente da Comissão Especial da Câmara dos Deputados que discute uma proposta para um novo pacto.
Fonte: Tribuna do Norte

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