SOS CANGUARETAMA

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segunda-feira, 30 de março de 2015

QUEM SOFRE É A POPULAÇÃO

Mais de 15 medicamentos estão em falta na Unicat
A falta de medicamentos na Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat) denunciada no último sábado (28) pelo Portal Nominuto.com tem sido um problema recorrente.
Além da dificuldade para receber os remédios na unidade, existe a incerteza sobre quando estarão disponíveis à população. Muitas pessoas se deslocam de outros municípios até à central de distribuição em Natal, uma parte retorna sem o medicamento por causa da falta no estoque da farmácia.
Para evitar viagens desnecessárias e diminuir o fluxo de pessoas no local, a Unicat disponibiliza ao público telefone para consulta de medicamentos disponíveis (0800 281 6861). Apesar disso, há uma dificuldade para se saber ao certo quais medicamentos estão sendo distribuídos e, no caso dos que estão em falta, quando os depósitos serão abastecidos.
Há pouco mais de um mês, a Secretaria de Saúde Pública (Sesap) publicou em seu site uma lista com os medicamentos do Componente Especializado de Assistência Farmacêutica (Ceaf). Na relação, 17 medicamentos estão oficialmente indisponíveis à população, mas o número pode ser maior.
O remédio para tratar osteoporose, Calcitriol, consta na lista como disponível. No entanto, uma funcionária que não quis se identificar revelou que a medicação está em falta na Unicat. Veja a lista dos demais medicamentos.
A equipe do Portal Nominuto.com tentou conversar com a diretora geral da Unicat, Alaíde Porpino, porém foi informada que não podia atender, pois estava em reunião. A assessoria da Sesap também foi procurada para atualizar a lista, mas até o fechamento desta matéria não repassou a informação.

Fonte: http://www.nominuto.com/

BNDES, ENTRANDO NUMA FRIA

BNDES perde R$ 2,6 bilhões com investimentos na Petrobras
Em 2014, Banco registrou crescimento de 5,4%, em comparação com o ano anterior
O lucro líquido do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) teve um crescimento de 5,4% em 2014, na comparação com o ano anterior. Os valores alcançaram R$ 8,594 bilhões, ante R$ 8,150 bilhões registrados em 2013. Apesar do desempenho, dados apontam perdas equivalentes a R$ 2,6 bilhões e destacam que o principal componente foi o investimento na Petrobras.
De acordo com o órgão, este foi o terceiro maior lucro da história do Banco. A perda com as ações da Petrobras foi citada por causa da queda prolongada e significativa no valor de mercado das ações da petroleira.
A instituição realizou “uma análise qualitativa do investimento, a fim de quantificar a existência de eventual montante não recuperável do ativo”.
Segundo o BNDES, foram levadas em conta as características específicas de atuação do banco e do ativo. De acordo com os dados, a perda passível de não recuperação foi estimada em R$ 2,6 bilhões, descontados os efeitos tributários.

Fonte:  http://noticias.r7.com/

domingo, 29 de março de 2015

A ÚNICA COISA QUE CRESCE NO PT É A REJEIÇÃO POR DILMA


Desaprovação de Dilma Rousseff é de 85,1% em Santa Catarina

Para a maioria dos catarinenses, a avaliação da administração da presidente é negativa e as expectativas para a situação econômica e política do país nos próximos meses não são boas

No segundo turno das eleições presidenciais, em outubro do ano passado, os catarinenses deram a Dilma Rousseff (PT) o pior resultado proporcional. Passados menos de seis meses, a desaprovação em relação à gestão da petista alcança 85,1% em Santa Catarina.
Os números são da pesquisa realizada pelo Instituto Mapa. O levantamento foi feito com 1.015 pessoas em 26 municípios que abrangem as seis mesorregiões do Estado, entre os dias 17 de 27 de março de 2015. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais para cima ou para baixo.
Na avaliação da administração do governo, 59,3% dos catarinenses responderam que a gestão é péssima e 14% dizem ser ruim. Para 17,7% dos entrevistados o governo é regular. A avaliação positiva se divide entre os 6% que consideram a gestão boa e os 1,9% que entendem ser ótima.
De acordo com o Mapa, 82,3% dos entrevistados não confiam em Dilma e 55,6% acreditam que ela poderia ter feito mais ou muito mais do que fez até agora pelo país. Os que acham que a presidente está fazendo tudo ou mais do que pode somam apenas 7%.
Fonte: http://jornaldehoje.com.br/

SERVIDORES DO ESTADO SEM CREDITO NA PRAÇA

Governo deixa 100 mil famílias sem empréstimos e financiamentos
Servidores foram que informados que não poderiam realizar operações financeiras com desconto em folha
Os servidores estaduais que tentaram solicitar empréstimos consignados e financiar imóveis desde a última quinta-feira (26) foram surpreendidos com a informação de que não poderiam realizar quaisquer operações financeiras com desconto em folha. O motivo foi o cancelamento do contrato do Governo do Estado com a empresa responsável por administrar a margem consignada do funcionalismo público sem que outra empresa fosse contratada.
O cancelamento do contrato está atingindo diretamente as famílias de mais de 63 mil servidores ativos e 40 mil inativos em todo o Estado. A presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público da Administração Direta (Sinsp), Janeayre Souto, disse que sindicato já recebeu várias denúncias nos últimos dias.
“Fomos pegos de surpresa. Dezenas de servidores têm nos procurado diariamente. Não entendemos porque o Governo cancelou o contrato que não têm custo algum para o Estado sem antes contratar outra empresa. Qual o real interesse do Governo em fazer isso? Prejudicar o servidor de forma autoritária? Existem outros interesses por trás? Porque não comunicou os servidores? Porque escondeu essa informação da população? Onde está a transparência? A única coisa que a gente sabe é que mais de 103 mil famílias potiguares podem ser prejudicadas com essa medida unilateral”, lamentou.
A presidente do sindicato disse que procurou a antiga empresa responsável pelo serviço e representantes das instituições bancárias para ter mais detalhes do cancelamento, mas que ninguém soube explicar o porquê do cancelamento sem outra prestadora do serviço. O Sinsp já protocolou um ofício solicitando uma audiência com o Governo desde a semana passada para tratar de outros assuntos, mas, como até agora não houve resposta, espera incluir esse na pauta.

Fonte: http://jornaldehoje.com.br/

DE GALHO EM GALHO.

Wilma de Faria elogia Robinson e quer rediscutir parceria política com o prefeito Carlos Eduardo Alves

Sobre a gestão do prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT), Wilma considera que existem ações importantes em todos os setores

A presidente do PSB no Rio Grande do Norte, vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria, diz que ainda é cedo para avaliar a gestão do governador Robinson Faria (PSD). Ex-governadora do Estado, porém, ela acredita que o atual chefe do executivo potiguar está respondendo bem aos desafios administrativa até agora postos a sua frente.
“O momento ainda é de análise. Mas podemos pontuar questões que merecem reflexão da população: ao mesmo tempo em que reconhecemos, por exemplo, a importância do funcionalismo ter seu salário em dia, consideramos temerário o uso de recursos da previdência para tal fim. Então vemos que medidas administrativas não podem ser tomadas para solucionar algo em prejuízo de outro lado”, afirma Wilma, nesta entrevista exclusiva ao Jornal de Hoje.
Sobre a gestão do prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT), Wilma considera que existem ações importantes em todos os setores, mas há muito mais a fazer. Como dirigente do PSB, ela aposta na ampliação da parceria com a gestão municipal. “O PSB pode contribuir mais com a gestão e temos colocado isso para o prefeito, vez que somos cobrados diariamente pelo povo que confia na nossa experiência e histórico de muito trabalho”, diz Wilma. Confira sua entrevista.
O Jornal de Hoje – Qual a avaliação que faz do quadro político nacional?
Wilma de Faria – O quadro é de total atenção, visto a insatisfação popular com o governo e movimentos expressivos nas ruas, inclusive, com pedido de impeachment da presidente da República pouco tempo depois de um processo eleitoral. Temos que destacar ainda as recentes aprovações e discussões no Congresso Nacional de matérias integrantes da ampla reforma política tão reivindicada pela população e que afetarão o próximo pleito, podendo alterar as composições de alianças, como resultado, por exemplo, do fim das coligações no Legislativo, recentemente aprovado pelo Senado, e que segue para apreciação da Câmara Federal. Temos ainda o surgimento de partidos e aglutinação de outros. Então o quadro é de análise de todos esses fatores e de construção de ações para que possamos continuar contribuindo com o desenvolvimento do nosso país.
JH – O país cresce apenas 0,1% em 2014. Como analisa o panorama econômico brasileiro?
WF – Com muita preocupação. Diariamente nos deparamos com notícias negativas na economia. Além de frustração de expectativas, que já eram limitadas, temos previsões também nada animadoras, com recordes de taxas de juros, aumentos  constantes e abusivos e instabilidade que leva todos a retraírem o consumo afetando todos os segmentos econômicos e por conseqüência a geração de emprego e renda em toda a nação.
JH – Aqui no Estado, qual a avaliação que faz desses quase três meses de gestão Robinson Faria?
WF – O momento ainda é de análise. Mas podemos pontuar questões que merecem reflexão da população: ao mesmo tempo em que reconhecemos, por exemplo, a importância do funcionalismo ter seu salário em dia, consideramos temerário o uso de recursos da previdência para tal fim. Então vemos que medidas administrativas não podem ser tomadas para solucionar algo em prejuízo de outro lado.
JH – Como o governo está encarando o caos no setor prisional, na sua ótica?
WF – Demonstram dar a atenção que a grave situação requer. Vimos preocupação da gestão em adotar medidas emergenciais, mas precisamos ver que o estado de calamidade pública decretado permite à administração apenas ações a curto prazo. Precisamos saber se há uma equipe debruçada na elaboração de um cronograma a médio e longo prazos e se o governo federal, que concentra a maior parte dos recursos injustamente, terá a mesma sensibilidade, agora pontual, para aprovar a execução de projetos que ampliem a capacidade do sistema prisional no RN.
JH – O governo Carlos Eduardo está com pouco mais de dois anos de gestão. Como avalia?
WF – Estamos adotando ações em todas as áreas, com prioridade nas essenciais. Mas há muito mais a fazer. Todos os dias recebemos sugestões, mas também críticas. E buscamos levar aos setores responsáveis para que a gestão seja eficiente e sintonizada com anseios da população, portanto participativa.
JH – Quais os projetos do PSB para este ano e o próximo?
WF – O PSB/RN segue diretriz nacional e passa por um momento de construção de plano estratégico para retomada de crescimento. Desta maneira, estamos buscando também fortalecimento da legenda em todo o estado, para termos candidaturas potencialmente exitosas nos municípios nas eleições de 2016.
JH – No que toca à aliança com o prefeito Carlos Eduardo Alves, como vê?
WF – Seguimos contribuindo com a gestão. Mas com a capacidade e disponibilidade de fazermos mais.
JH – O PSB vai pleitear maior participação na gestão, ou está satisfeito?
WF – O PSB pode contribuir mais com a gestão e temos colocado isso para o prefeito, vez que somos cobrados diariamente pelo povo que confia na nossa experiência e histórico de muito trabalho.
JH – Nas eleições do ano que vem, o prefeito candidato à reeleição, o PSB espera indicar novamente o vice?
WF – O PSB espera continuar parceiro do projeto, mas ainda discutirá internamente o assunto com seus membros.
JH – Qual o projeto político de Wilma de Faria?
WF – Continuar contribuindo com o desenvolvimento do Rio Grande do Norte e também do Brasil, participando ativamente das discussões e ações que afetam a qualidade de vida de todos.

sábado, 28 de março de 2015

EPIDEMIA DE DENGUE NO RN.

RN enfrenta epidemia de casos de dengue

Quase 7 mil casos já foram notificados no Estado. Aumento corresponde a 169% em relação ao ano passado.

O Rio Grande do Norte enfrenta uma epidemia de casos de dengue. A informação foi confirmada durante entrevista coletiva convocada pela Secretaria de Saúde Pública (Sesap) na tarde de hoje (27), na sede da secretaria.
O secretário da pasta, José Ricardo Lagreca, fez o alerta e decretou o estado epidêmico da doença. “Houve um aumento significativo nesta 12ª semana e assumimos essa posição de decretar o estado epidêmico de dengue. Houve um incremento em 169% em relação ao ano anterior, com cerca de 6.900 casos ao longo dessas 12 semanas”, informou.
De acordo com a Sesap, 6.902 casos de suspeita de dengue já foram notificados durante o ano de 2015. As cidades com os maiores números são Natal, com 1868 casos; Currais Novos, 508; Parelhas, 404; Parnamirim, 368; Cerro Corá, 243; Acari, 230; Ceará-Mirim, 213, e São Gonçalo, com 199 notificações.
Para o secretário é preciso que a população participe de maneira mais efetiva no controle da doença. “O primeiro passo é esse que a gente está tomando. Comunicando e alertando a população, através da imprensa, que existe o estado epidêmico e ao mesmo tempo solicitando que ela participe mais ainda, um incremento da participação ativa no processo de extinção do mosquito. É uma doença que a gente pode preveni-la melhor do que tratá-la. É uma doença que a gente tem domínio sobre a possibilidade de ela não existir”.
Entre as medidas anunciadas pela secretaria estão a realização de capacitações para agentes de combate às endemias, visitas aos municípios para prestar apoio técnico e a operação de UBV (carro fumacê). “Com o quadro decretado, nós temos que intensificar mais ainda as nossas ações junto ao que tem sido feito e junto à população. Treinar mais ainda nossos agentes de endemia, nossos programas, mas basicamente solicitar à população que participe mais ativamente desse processo, afirmou José Ricardo Lagreca.
A secretaria orienta que a população pode ajudar denunciando focos do mosquito transmissor da doença, Aedes aegypti, através do Disque Denúncia (0800 281 4031) ou pela internet, acessando o endereço virtualwww.telessaude.ufrn.br/observatoriodadengue.
Observatório da Dengue será apresentado em fórum
Entre as armas disponibilizadas para o enfretamento da doença, existe o programa “Observatório da Dengue”, que é uma ferramenta desenvolvida pelo Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS) da UFRN e que permite à população apontar lugares com focos do mosquito transmissor ou notificar casos de dengue.
A coordenadora de promoção à saúde da Sesap, Cláudia de Melo, informa que o sistema possibilita que as pessoas monitorem a doença e ajude os órgãos gestores a otimizar o trabalho de controle. “Sabe aquela história das pessoas comentando que na rua tem alguém com dengue? Então você pode acessar o site e informar se encontrou alguém doente ou um foco. Assim poderemos monitorar e checar a informação”.
A secretaria pretende apresentar o site e explicar suas funcionalidades durante a realização do Fórum Estadual sobre Controle e Prevenção da Dengue, que acontecerá na próxima quarta, 1º de abril, no Hotel Praiamar. “Este fórum tem como objetivo discutir a situação da dengue, mas para irmos além da discussão, a gente vai ofertar um instrumento de gestão, que é o papel do Estado. Como gestor do sistema, estamos organizando esse fórum para apresentar o Observatório da Dengue”, disse Cláudia.
O evento contará com a participação dos secretários municipais de Saúde, Federação dos Municípios do RN (Femurn), Conselho Estadual de Saúde (CES), UFRN, entre outros órgãos.

Fonte: http://www.nominuto.com/

QUEM MANDOU VOTAR NO PT?

Custo médio da energia para indústria sobe 48%
Rio de Janeiro (ABr) - O custo médio da energia para a indústria nacional subiu 48% desde o início deste ano, alcançando R$ 534,28 por megawatt-hora (MWh), segundo atualização feita pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Com este valor, o Brasil ocupa a primeira posição no ranking internacional dos 28 países mais caros no custo da energia para a indústria, superando a Índia e a Itália, que ocupavam as primeiras posições.
“O custo [no Brasil] é muito mais caro do que o dos nossos principais concorrentes. Isso se traduz, na prática, em produtos que são mais caros, empregos que deixam de ser gerados, investimentos que deixam de ser feitos, porque esse insumo está em toda a indústria”, disse o gerente de Competitividade Industrial e Investimentos do Sistema Firjan, Cristiano Prado.
Prado explicou que o produto nacional, com o preço no atual nível, perde competitividade para concorrer dentro do país e no mercado externo. Em contraposição, o custo internacional de energia para a indústria caiu 6% em comparação ao valor praticado no ano passado. Entre os estados brasileiros, o Rio de Janeiro ocupa a primeira posição, com custo médio de R$ 664,05 por MWh, seguido do Mato Grosso (R$ 640,87 por MWh).
O custo médio do gás natural para a indústria brasileira subiu 21% nos últimos quatro anos. As empresas pagam R$ 1,29 por metro cúbico do produto. Com isso, o Brasil ocupa a oitava classificação no ranking dos 16 países de gás mais caro para a indústria. Prado ressaltou que o custo médio do gás natural no Brasil é o dobro do praticado no México e mais de três vezes, ou 261% acima, do custo dos Estados Unidos. “Isso faz com que as empresas que dependem de gás, como a petroquímica, que está na base de praticamente tudo que a gente consome, estejam seriamente afetadas”.
Investimentos
O resultado é que os investimentos são feitos em outros países, quando poderiam estar sendo feitos no Brasil. Prado disse que essa situação tem de ser enfrentada sem demora. No caso da energia elétrica, a Firjan elencou, entre as possíveis soluções, voltar a se discutir a construção de usinas hidrelétricas com grandes reservatório e a ampliação da utilização da eficiência energética por parte da indústria.
Na questão do gás, Prado salientou a necessidade de maior participação do setor privado em todas as etapas do segmento, que envolvem exploração, geração, distribuição e transporte. “[A gente] teria mais concorrência e esse preço do gás poderia dar, pelo menos, uma sinalização de conversão para patamares compatíveis internacionalmente”.
O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, destacou que a energia mais cara do mundo é aquela que não tem energia. “O Brasil tem vencido um desafio hídrico, tendo tido o pior janeiro da sua série histórica dos últimos 82 anos. Entramos com a reservação muito baixa no ano de 2015, mas mesmo assim estamos vencendo o desafio, estamos entregando energia”.
Braga reconheceu, entretanto, a necessidade de se ter no país uma energia com custo menor. Ele disse que o ministério trabalha com agregação de tecnologia, mais linhas de transmissão com diversificação de fontes de energia, com ênfase para a energia solar captadas em  geradores montados nos reservatórios de usinas hidrelétricas. “Nós estamos nos preparando fortemente para vencer os desafios de 2015 e poder entregar um modelo de um sistema elétrico, a partir de 2016, que seja mais barato, mais seguro e que tenha mais inovação tecnológica”.
Fonte: Tribuna do Norte

UBS DO MEIRA LIMA. UM VERDADEIRO... D E S C A S O

A construção da UBS do Conjunto Meira Lima esta bastante adiantada, sem dúvida um grande benefício para a população, mas como nem tudo são flores, a escola Municipal Dr. Abelardo Calafange ficou no prejuízo. 
Como já foi relatado anteriormente, a construção da UBS só foi possível devido a uma invasão de boa parte do terreno da escola.
Agora surge um grande problema, estão construindo a unidade mas não estão nem ai para a construção de um simples muro, com isso as crianças ficam circulando livremente na obra correndo sério risco de sofrer um acidente.
Caso ocorra não venham culpar Professores ou a direção da escola, pois não é falta de aviso, mas quem consegui controlar crianças na hora do intervalo? A culpa é simplesmente daqueles que não estão nem ai para a educação de Canguaretama, passando por cima dos direitos adquiridos e fechando os olhos para problemas simples que podem, sem exagero nenhum, se tornar uma tragédia.  
Se é tempo de trabalho, então façam o bendito MURO.

MAIS UMA DO GOVERNO DO PT.

Fundo de Participação tem queda de 27% em março
O Fundo de Participação de estados e municípios terá uma queda de 27%, em março, em relação aos repasses feitos em fevereiro. O depósito será feito nas contas dos governos e das prefeituras na próxima segunda-feira, dia do repasse da terceira cota do mês atual. O fator de correção desta parcela foi divulgado ontem. A previsão inicial dos técnicos do Tesouro Nacional era de queda de 32%. Isso significa que a redução será ligeiramente inferior a que estava prevista, mas os governos estaduais e prefeituras não poderão contar com uma recuperação, uma vez que haverá uma queda acima de 25 pontos percentuais.
Para os pequenos municípios serão repassados R$ 202,5 mil na terceira cota, totalizando R$ 525,7 mil no mês. No primeiro trimestre de 2015, os repasses do FPM para os municípios de menor porte populacional somarão R$ 1,95 milhão. 
O presidente da Confederação Nacional dos Municípios, Paulo Ziulkoski, divulgou ontem que a entidade mantém o alerta aos gestores para que tenham cautela e prudência na execução das despesas.
Os números absolutos da transferência para o Governo Estadual não estavam disponíveis ontem. Em fevereiro, o Fundo de Participação do Estado teve uma frustração de 19% –  o que significou redução de R$ 77 milhões na arrecadação. As transferências federais representam 40% do orçamento do Estado, somados os repasses do fundo e os convênios com a União. 
Atrasos 
A Secretaria do Tesouro Nacional (STN) também informou que os Municípios devem ter cuidado para evitar bloqueios do FPM por causa do não pagamento do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). Alguns bloqueios ocorram a partir no dia 13 de março, e as prefeituras não conseguem usar o recurso creditado. 
Diante da situação, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) orienta os gestores municipais sobre os precedimentos para regularização. Segundo a entidade, o Município pode identificar pelo extrato bancário se está com os recusos bloqueados para saques e transferências. Para solucionar o problema, primeiramente, o gestor precisa identificar qual pendência motivou o bloqueio do repasse. 

Idenficada situação, ainda segundo esclarecimentos da CNM, a administração municipal deve efetuar a regularização e apresentar as guias pagas na delegacia de jurisdição da Receita Federal do Brasil (RFB), solicitando que o desbloqueio seja realizado no sistema da RFB, chamado Fundo de Participação de Estados e Municípios (FPEM). 
De acordo com explicações da Confederação, o parágrafo único do artigo 160 da Constituição Federal permite que a União condicione a entrega dos recursos à regularização de débitos do ente federativo junto ao governo federal e suas autarquias, por exemplo: dívidas com o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), inscrição na dívida ativa pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), assim como ao atendimento do gasto mínimo em ações e serviços públicos de Saúde. 

Fonte: http://tribunadonorte.com.br/

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