SOS CANGUARETAMA

SOS CANGUARETAMA

segunda-feira, 24 de junho de 2013

GOVERNO SOB PRESSÃO

Presidente: Dilma

Presidente Dilma se encontra com governadores, prefeitos e líderes de protestos

A presidenta Dilma Rousseff se reúne hoje, às 16h com governadores e prefeitos das capitais para discutir medidas que atendam às reivindicações por melhorias dos serviços públicos. Às 13h30, ela terá encontro com líderes dos protestos que ocorrem no país, segundo informe da Agência Brasil, órgão noticioso do Poder Executivo.
De acordo com agenda publicada pela Presidência República, a reunião do início da tarde é com representantes do Movimento Passe Livre (MPL) de São Paulo, entidade que comandou as primeiras manifestações de uma mobilização que entra na terceira semana e já colocou nas ruas mais de um milhão de pessoas em mais de cem cidades.
Os protestos organizados pelo MPL levaram à redução das tarifas de ônibus urbanos em São Paulo e influenciou providência semelhante por parte de várias prefeituras, principalmente nos grandes centros.
“As manifestações da semana trouxeram importantes lições: as tarifas baixaram e as pautas dos manifestantes ganharam prioridade nacional. Temos que aproveitar o vigor destas manifestações para produzir mais mudanças, mudanças que beneficiem o conjunto da população brasileira”, disse Dilma em pronunciamento ao país na sexta-feira (21). Ela anunciou na ocasião que pretendia receber líderes das manifestações, sem precisar quais seriam. E uma das propostas a serem feitas a governadores e prefeitos seria a de um “pacto pela mobilidade urbana”, que tem a ver com melhorias nos sistemas de transportes, setor em relação ao qual há muitas críticas atualmente.
Em nota distribuída nesta segunda, o MPL mostrou surpresa em relação ao convite, mas creditou-o à força e à legitimidade das manifestações populares. “Ficamos surpresos com o convite para esta reunião. Imaginamos que [a presidente] também esteja surpresa com o que vem acontecendo no país nas últimas semanas. Esse gesto de diálogo que parte do governo federal destoa do tratamento aos movimentos sociais que tem marcado a política desta gestão. Parece que as revoltas que se espalham pelas cidades do Brasil desde o dia seis de junho tem quebrado velhas catracas e aberto novos caminhos” diz a nota.
No pronunciamento, a presidente disse considerar “legítimos” os protestos, mas condenou “o vandalismo e os atos de violência” que marcaram muitas das passeatas.

AGORA É A VEZ DOS MÉDICOS

Imagem ilustrativa

Entidades médicas farão paralisação nacional dia 3 de julho

As principais entidades médicas organizam para o dia 3 de julho uma grande paralisação nacional em todo país. A pauta do protesto é contra a “importação” de médicos cubanos para atuarem no país sem se submeterem ao exame do Revalida.
O protesto também tentará pressionar a presidente Dilma Rousseff a sancionar a lei do Ato Médico, aprovada pelo Congresso Nacional. O protesto dos médicos está sendo organizado também com a mobilização dos estudantes de Medicina.

CONCURSO PRF

Imagem: Tribuna do Norte

PRF publica edital para preenchimento de 1.000 vagas

O Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB) publicou hoje (24) o edital do concurso público para a ocupação de 1.000 vagas na Polícia Rodoviária Federal. As inscrições serão realizadas até o dia 8 de julho, exclusivamente pela internet e pelo valor de R$ 150,00, e a expectativa é que as provas ocorram dia 11 de agosto, em todo o Brasil. O salário inicial é de R$ 6.106,81.
Para o cargo, é obrigatória a graduação de nível superior em qualquer área. As provas serão objetivas e discursivas, além de haver um exame de aptidão fisica e investigação social.
Fonte: Tribuna do Norte

domingo, 23 de junho de 2013

NUNCA É TARDE

Imagem ilustrativa

Governo deve anunciar na terça estímulo a residência em hospitais

Será 1ª resposta concreta do governo Dilma à onda de protestos no país.
Edital será aberto com investimento de R$ 100 milhões para criar vagas.

O governo federal deve anunciar na próxima terça-feira (25) medidas de estímulo à criaçāo de vagas de residência nos hospitais, como parte do programa "Mais Médicos", do Ministério da Saúde. Como informou com exclusividade no  sábado (22) o "Jornal das Dez", da GloboNews, será a primeira resposta concreta da administraçāo de Dilma Rousseff à onda de protestos que tomou conta do país.
Em pronunciamento na noite de sexta-feira, Dilma fez referência à contrataçāo de médicos estrangeiros, mas, segundo técnicos da Saúde, essa parte do programa ainda nāo estaria inteiramente formatada. A proposta é alvo de restriçōes de entidades de classe e parlamentares da oposiçāo.
O governo anunciará o lançamento de edital para hospitais interessados e o investimento de R$ 100 milhōes na ampliaçāo do número de vagas de residência. Haverá prioridade para áreas de forte demanda no sistema público de saúde, como pediatria, oncologia e anestesiologia.
Será fixada a meta de zerar, em 2014, o déficit de 4 mil vagas  - sāo cerca de 15 mil os formandos em medicina a cada ano, e 11 mil os postos disponíveis.
Esse anúncio será o primeiro porque, à diferença de outras iniciativas, nāo depende de aprovaçāo do Congresso nem de acordo com Estados e municípios. O governo acredita estar atendendo os manifestantes porque se trata de aposta na melhoria de um serviço público, bandeira recorrente nos protestos, e na oferta de oportunidades para jovens.
O terceiro braço do "Mais Médicos", o aumento na oferta de vagas nos cursos de medicina, será discutido com governadores em reuniāo que a presidente pretende realizar nesta segunda-feira. Ontem, vários deles receberam telefonemas de convocaçāo do Palácio do Planalto. O objetivo de Dilma é dividir o ônus político da crise e as providências necessárias para enfrentá-la.

VOLTA LULA...

Presidente: Dilma

Dilma testará novo estilo para salvar reeleição

Na pior semana de seu governo, com uma onda de protestos violentos sacudindo o País, inflação em alta e popularidade em queda, a presidente Dilma Rousseff criou uma espécie de gabinete de crise e rompeu o isolamento do Palácio do Planalto. Avessa a negociações e alvo de críticas no Congresso, ela foi obrigada a montar uma agenda de emergência para ouvir as vozes das ruas, conter as insatisfações e abafar o coro do "Volta Lula", que já começa a ser entoado na seara doméstica para pedir o retorno do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na eleição de 2014. Desde o escândalo do mensalão, em 2005, o PT não enfrenta desgaste tão grande.
Com muitos nós para desatar, Dilma pretende agora testar um novo estilo de governo para tentar virar o jogo e traçar a rota do projeto de reeleição. Ajustes na política econômica para reagir à esperada redução de dólares no Brasil, com o fim do programa de estímulos nos Estados Unidos, e mudanças no núcleo político do Palácio do Planalto são aguardados para o segundo semestre.
Habituada a centralizar decisões e a formular sozinha as principais diretrizes políticas e econômicas, a presidente encerrou a semana com a imagem de gerente desgastada, em meio a uma sucessão de más notícias que deixaram o Planalto atônito. É nesse tumultuado cenário que a presidente terá que negociar com aliados as composições para 2014.
O PMDB convocou reunião de sua Executiva para terça-feira, a fim de discutir a crise e os obstáculos à formação dos palanques com o PT nos Estados, como no Rio de Janeiro. "A coordenação política do governo está sem força e ninguém mais aceita essa história de dois palanques para Dilma", resumiu o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE).
"Tem um bicho esquisito aí", admitiu o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel. "Quem está na chuva é para se queimar e esses protestos também atingiram o PSDB e o governador Geraldo Alckmin", completou o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, fazendo um trocadilho. "Com certeza, alguma lição vamos tirar dessa catarse", previu o ministro.
Dos problemas com a demarcação de terras indígenas, passando por boatos sobre o fim do programa Bolsa Família, vaias na abertura da Copa das Confederações, escalada da inflação, "Pibinho", atritos com o PT e o PMDB e, agora, a fúria nas ruas, tudo pareceu conspirar para o inferno astral do governo, nos últimos dias. Para recuperar o apoio perdido, Dilma acertou com Lula que mudará a estratégia política, chamando, por exemplo, representantes de movimentos sociais para conversas periódicas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

EXPANSÃO DA INTERNET É DESAFIO

Imagem: Tribuna do Norte
São Paulo (ABr) – O Brasil tem 80,9 milhões de usuários de internet, aponta pesquisa divulgada pelo Centro de Estudo sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br). A oitava edição do levantamento Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) Domicílios mostra que houve um aumento de 15 pontos percentuais na proporção de pessoas que utilizam a rede mundial de computadores no país nos últimos cinco anos, passando de 34%, em 2008, para 49%.

Apesar do avanço, o estudo revela dificuldades para a expansão da internet especialmente em classes sociais mais baixas e nas zonas rurais. Nas classes D e E, 80%, ou 68 milhões de pessoas, nunca usaram a internet. Na média geral, o custo elevado foi apontado como a principal razão para a falta de internet no domicílio, tendo sido citado por 44% dos entrevistados. Esse percentual, entretanto, está em queda desde 2008, quando a taxa era de 54%.

Diferenças
Na zona rural, apenas 10% dos domicílios estão conectados, enquanto na área urbana, o percentual chega a 44% das residências. A média brasileira é 40% dos domicílios com internet, um acréscimo de 4 pontos percentuais na comparação com a última pesquisa (36%). A falta de disponibilidade é o principal motivo apontado pelos entrevistados em domicílios da zona rural. O estudo consultou 17 mil pessoas em todas regiões do país.
“Observamos maior crescimento nos mercados mais atrativos, como Sul e Sudeste, onde há maior concentração de provedores. Essa dinâmica de mercado precisa ser tratada pelas políticas públicas, por um arcabouço regulatório. Estamos chegando em um esgotamento [das ações já implementadas]. Se temos interesse em levar a banda larga para 100% dos domicílios brasileiros, algo de diferente precisa ser feito”, avaliou Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.
Barbosa citou como ações que deveriam ser ampliadas, as desonerações de mecanismos de acesso à internet, a exemplo do que foi feito recentemente com o smartphone, e a expansão da rede na zona rural. “É uma ação nova [banda larga na área rural] que busca que as operadores se comprometam em levar para essas zonas. A gente vai demorar para ver o reflexo dessas medidas”, apontou.
Na comparação entre classes sociais, a disparidade do acesso à internet nas residências chega a 91 pontos percentuais. Enquanto na classe A o percentual chega a 97%, nas classes D e E, ele é 6%. Observa-se, por outro lado, forte crescimento, nos últimos cinco anos, nas classes B (de 58% para 78%) e C (de 16% para 36%).
Em relação ao tipo de conexão, a banda larga fixa manteve uma proporção relativamente estável, passando de 69% para 67%. A conexão móvel, por sua vez, alcançou 21% dos domicílios, ante 17% na última apuração. A internet discada, apesar do decréscimo expressivo desde 2008, ainda é utilizada em 7% das residências. Em 2008, esse percentual era de 31%.
É crescente, ainda, a utilização de conexão à internet mais veloz. Houve acréscimo de 20% para 32% dos domicílios que fazem uso de velocidade acima de 2 megabytes por segundo (Mbps). A diminuição das residências que utilizam conexão até 256 kbytes por segundo (Kbps) também é expressiva, passando de 15% para 9%. Em 2008, esse percentual era de 41%. Muitos dos entrevistados (20%), no entanto, não souberam responder à pergunta.

Fonte: Tribuna do Norte

sábado, 22 de junho de 2013

ATO MÉDICO LIMITA ATUAÇÃO DE OUTROS PROFISSIONAIS! VERDADE OU MENTIRA?

Profissionais de saúde protestam contra o Ato Médico
Brasília - Cerca de 500 profissionais de saúde fizeram, no final da tarde desta sexta-feira (12), um protesto contra o Projeto de Lei (PL) 286, que trata do chamado Ato Médico, aprovado na última terça-feira (18) pelo Senado. Os manifestantes cruzaram a Esplanada dos Ministérios em direção ao Palácio do Planalto. Farmacêuticos, enfermeiros, psicólogos, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas, entre outros profissionais de saúde, empunhavam cartazes em que pedem à presidenta Dilma Rousseff que vete o projeto.
Para os manifestantes, caso o projeto seja sancionado, haverá perda de autonomia de diferentes profissionais de saúde. "O ato médico acaba limitando o nosso trabalho. Com ele, nós não podemos mais ser responsáveis por clínicas, só com a presença do médico, isso vai limitar nossa atuação”, ponderou a fonoaudióloga Elina Peixoto, que há seis anos é responsável por uma clínica de fonoaudiologia.
Os profissionais apontaram cinco pontos polêmicos do projeto, entre eles o que diz que o diagnóstico de doenças como prerrogativa exclusiva dos médicos, a emissão de diagnósticos de anatomia patológica e de citopatologia, procedimentos invasivos e a ocupação de cargos de direção e chefia.
A iniciativa é criticada por entidades, como o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) e o Conselho Federal de Psicologia (CFP), que avaliam que a proposta vai dificultar que esses profissionais identifiquem sintomas de doenças como depressão e transtornos, no caso dos psicólogos e façam pequenos diagnósticos e prescrição de tratamentos, como fazem enfermeiros e fisioterapeutas.
Formado em fisioterapia há um ano, Pedro Maia disse à Agência Brasil que espera que a presidenta vete pelo menos o artigo que restringe aos médicos a prerrogativa de fazer diagnósticos de doenças. "Não sei se a presidenta vai vetar toda a lei, mas a gente espera que ela vete pelo menos a restrição a prescrição da parte terapêutica. Isso já resolveria o problema de boa parte das profissões", disse.
O enfermeiro Renan Oliveira considera que a lei é confusa neste ponto. Uma portaria do Ministério da Saúde prevê a realização de consulta pela categoria para a identificação de doenças como hanseníase, tuberculose, doenças sexualmente transmissíveis, diabetes e hipertensão. "A lei vai contra a própria normativa do ministério, que traz protocolos para o tratamento dessas doenças. O protocolo também permite ao enfermeiro fazer o diagnóstico e preceituar o tratamento a partir do que a norma determina", frisou.
O Conselho Federal de Medicina diz que a legislação não restringe a atuação dos demais profissionais de saúde. A entidade, que respalda o Ato Médico, informa que a restrição de atos como o diagnóstico de doenças e a prescrição de tratamentos à categoria se aplica somente ao diagnóstico de doenças, não interferindo no exercício profissional das demais categorias.
"Estão fazendo um cavalo de batalha em teses falsas. A lei não interfere em nada nas outras profissões. A lei tramitou durante 11 anos e nesse tempo foram se criando mitos em relação ao texto da lei", disse à Agência Brasil o conselheiro do CFM e coordenador da Comissão do Ato Médico do conselho, Salomão Rodrigues. "O diagnóstico de doenças é privativo do médico, é assim em todos os países. Os outros profissionais podem prescrever outros diagnósticos", rebateu Rodrigues, que avalia que o projeto deve ser sancionado na íntegra.
Além de Brasília, também foram convocados protestos para hoje nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Na próxima segunda-feira (24), está prevista uma manifestação em Blumenau (SC).

Fonte: Agência Brasil

SÓ AGORA QUE ESTÃO VENDO OS PROBLEMAS DE CANGUARETAMA?


Vejo que já circula nas redes sociais pessoas convocando a população para uma mobilização em Canguaretama no dia 26 de junho, as mesmas pessoas que condenavam os protestos dos Professores no ano passado por melhores condições de trabalho, salário justo, merenda de qualidade e reforma das escolas, diziam que era um movimento político e condenavam as movimentações e paralisações,  até a polícia chamaram. Fico me perguntando onde essas pessoas estavam que não apoiavam os movimentos? E agora será que não é um movimento político? Na verdade pouca coisa mudou da gestão passada para a atual gestão, as escolas continuam precárias, a saúde esta em coma profundo. Mas, só agora essas pessoas que estavam do outro lado da mesa estão enxergando isso? Nada como deixar de ser da situação e passar a ser oposição. A população precisa realmente se mobilizar e dar um basta na atual situação, mas não através daqueles que ajudaram a instalar o caos em nossa cidade.
Chamaram a polícia para proibir o movimento! Lembram?
Não adiantou a polícia liberou!
Já está na hora de novas assembleias, parece que todos os problemas da educação de Canguaretama foram resolvidos, e nós sabemos que não é verdade, os problemas existem e são graves.

REALMENTE O PODER EMANA DO POVO!

Presidente: Dilma

Dilma convoca os governadores

Brasília (AE) - Depois de três dias de silêncio, a presidenta Dilma Rousseff disse em cadeia nacional de rádio e TV, na noite desta sexta-feira, 21, que vai conversar nos próximos dias com chefes de outros Poderes, governadores e prefeitos das principais cidades do País a fim de realizar um grande pacto em torno da melhora dos serviços públicos. 
De acordo com o pronunciamento, a proposta de Dilma terá três eixos. O primeiro terá como foco a elaboração do Plano Nacional de Mobilidade Urbana, a fim de privilegiar o transporte coletivo O segundo, a destinação de 100% dos recursos do petróleo para a educação. E o terceiro, trazer, de imediato, milhares de médicos do exterior para ampliar o atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS).
Dilma disse que vai receber os líderes das manifestações pacíficas, os representantes das organizações de jovens, das entidades sindicais, dos movimentos de trabalhadores e de associações populares. “Precisamos de suas contribuições, reflexões e experiências. De sua energia e criatividade, de sua aposta no futuro e de sua capacidade de questionar erros do passado e do presente”, declarou. 
Renovação
No discurso, a presidenta afirmou que é preciso “oxigenar o nosso velho sistema político” e encontrar meios que tornem as instituições “mais transparentes, mais resistentes aos malfeitos e, acima de tudo, mais permeáveis à influência da sociedade”. “É a cidadania, e não o poder econômico, quem deve ser ouvido em primeiro lugar.” Sem dar detalhes, Dilma disse que quer contribuir para a construção de uma “ampla e profunda” reforma política, a fim de aumentar a participação popular. E, numa resposta às críticas contra as agremiações partidárias, disse que é “equívoco” achar que qualquer país possa “prescindir de partidos e, sobretudo, do voto popular, base de qualquer processo democrático”.
A presidenta destacou que é preciso “muito, mas muito mesmo” de formas mais claras de combate à corrupção e defendeu a ampliação da Lei de Acesso à Informação, proposta sancionada em seu governo, para os demais poderes da República e as instâncias federativas. “Ela é um poderoso instrumento do cidadão para fiscalizar o uso correto do dinheiro público”, observou. “Aliás, a melhor forma de combater a corrupção é com transparência e rigor.”