SOS CANGUARETAMA

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

CONCURSO BANCO DO BRASIL




O BANCO DO BRASIL S.A. torna pública a realização de Seleção Externa regional com oferta de vagas e para formação de cadastro de reserva para provimento de vagas, no nível inicial da Carreira Administrativa, no cargo de Escriturário, em dependências situadas nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Santa Catarina e Sergipe.
As Inscrições pela Internet estarão abertas de 22 de Dezembro de 2014 a 19 de Janeiro de 2015 às 23:59 h pelo HORÁRIO DE BRASÍLIA.
Os Pedidos de Isenção de Taxa pela Internet estarão abertos de 22 a 29 de Dezembro de 2014 às 23:59 h pelo HORÁRIO DE BRASÍLIA.
Taxa de Inscrição:R$ 40,00

Forte: http://www.cesgranrio.org.br  

sábado, 10 de janeiro de 2015

PASSANDO DE NADA PARA QUASE NADA

 
Salário mínimo deve crescer 50% menos no 2º mandato de Dilma

Política de reajuste leva em conta crescimento do PIB de dois anos anteriores, o que deve estabelecer aumentos menores nos próximos anos

O reajuste do salário mínimo deve cair mais de 50% no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff em comparação com o primeiro em função da manutenção das atuais regras de valorização do rendimento, de acordo com informações da Folha de S. Paulo.
Entre 2011 e 2014, o mínimo foi elevado em 2,9% ao ano, em média, acima da inflação. A política em vigor vincula os ganhos à expansão do Produto Interno Bruto (PIB) do País. A conjuntura desfavorável deve resultar em um aumento em torno de 1,2% ao ano entre 2015 e 2018.
Com esse cenário, a alta real do salário mínimo nos dois mandatos de Dilma dificilmente ficará acima dos 2%, em média, ante 4,7% no período Fernando Henrique Cardoso e 5,5% nos anos Luiz Inácio Lula da Silva.
A fórmula de reajuste, adotada desde o segundo governo Lula, estabelece ganhos equivalentes ao crescimento do PIB de dois anos antes, além da correção inflacionária.
A atividade econômica em 2014 deve ficar entre 0% e alta de 0,2%. Para este ano, cuja variação do PIB determinará o salário mínimo de 2017, analistas têm expectativa de que a economia avance 0,5%.
Fonte: http://jornaldehoje.com.br/ (Terra)

ISSO TODO MUNDO JÁ SABIA.

Dilma Rousseff está entre os piores líderes dos países emergentes
Apesar de a situação macroeconômica brasileira não ser nada animadora, as perspectivas de mudança em 2015 não trazem nenhum alívio, segundo aponta um estudo da consultoria britânica Trusted Sources, especializada em mercados emergentes.
Em um ranking sobre o ímpeto reformista de sete líderes de países emergentes, a presidente Dilma Rousseff aparece em quinto lugar, melhor apenas que o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, e o presidente da África do Sul, Jacob Zuma.
A consultoria atribuiu nota para os chefes de governo, variando de +2 a -2, e vai atualizar essas avaliações a cada dois meses. Nessa primeira etapa, Dilma obteve nota -1,5.
“A presidente reeleita precisa se comprometer com uma reformulação das políticas econômicas, em meio a crescentes problemas econômicos e um grande escândalo de corrupção”, diz a Trusted Sources, se referindo às denúncias envolvendo a Petrobras.
O capítulo sobre o Brasil, intitulado “A verdadeira Dilma poderia por favor se levantar?”, afirma que as políticas econômicas heterodoxas da presidente, juntamente com condições externas adversas, levaram o País para a recessão.
A mensagem da candidata durante a campanha presidencial foi clara: as políticas ortodoxas da oposição resultariam em aumento do desemprego e colocariam em risco as conquistas sociais dos governos do PT.
“Porém, pouco após a eleição, ela começou a indicar que poderia abandonar seu modelo ‘Dilmanomics’ e adotar um caminho mais ortodoxo”, afirma o texto, assinado pela pesquisadora Elizabeth Johnson.
A analista aponta que Dilma indicou o “ultraortodoxo” Joaquim Levy para comandar o Ministério da Fazenda, o que agradou os investidores, embora nem todos estejam convencidos de que ela dará autonomia para o subordinado.
O relatório comenta que o pito passado por Dilma no novo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, sobre mudanças na fórmula de reajuste do salário mínimo, mostra que ela parece não ter mudado a postura do primeiro mandato.
“O incidente confirma que a inclinação da presidente para controlar de perto seus ministros não desapareceu. Também ressalta a difícil batalha para impor medidas de austeridade ao governo, sendo que a maioria delas precisa ser aprovada não só por Dilma, mas também por um Congresso fragmentado”, afirma o texto.
A análise chama atenção ainda para o escândalo da Petrobras, que pode afetar a popularidade de presidente, que por vários anos comandou o conselho de administração da companhia.
“Dilma precisará transformar-se em uma hábil política, algo para o que ela mostrou pouco interesse ou capacidade nos últimos anos. Se não conseguir fazer isso, se tornará testemunha da destruição da Petrobras e estagnação da economia”, afirma Elizabeth.
Ranking
O país mais promissor no ranking de ímpeto reformista da Trusted Sources é a Índia, comandada por Narendra Modi, com uma nota +1,5. Em seguida aparece a Indonésia, do presidente Joko Widodo (também nota +1,5), seguida pela China, de Xi Jinping (+1).
O México é o quarto do ranking, com o presidente Enrique Peña Nieto recebendo uma nota +1.
“Os líderes desses quatro países sobre os quais nós temos uma avaliação positiva precisam entregar resultados em 2015 em meio a condições econômicas desafiadoras. Nós analisamos o impacto pessoal e políticas de cada um deles, sob a luz do contexto político e social, além de considerar as forças aparentemente inexoráveis da lógica econômica”, diz o relatório.
“Aqueles que reconhecem a necessidade de mudanças estruturais e estão preparados para investir seu capital para superar os obstáculos políticos e sociais representam a melhor chance de uma retomada nos prospectos de uma expansão sustentável para as economias emergentes”, acrescenta.
Fonte: http://jornaldehoje.com.br/

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

QUEM MANDOU VOTAR NO PT.

Governo torna mais rigoroso acesso a benefícios previdenciários
Período de trabalho para requerer 1º seguro-desemprego vai triplicar.
Futuro ministro disse que mudança gera economia de R$ 18 bi por ano.
O ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, anunciou nesta segunda-feira (29) a edição de medidas provisórias (MPs) que tornarão mais rigoroso o acesso da população a uma série de benefícios previdenciários, entre eles seguro-desemprego e pensão por morte.
As MPs, que na prática significam uma reforma previdenciária, serão publicadas no Diário Oficial da União nesta terça (30). As novas regras passam a valer logo após a publicação, mas precisam ter a validade confirmada pelo Congresso Nacional no prazo de até 120 dias. Conforme o ministro Mercadante, as limitações à concessão dos programas servem para “corrigir excessos e evitar distorções”.
Indicado por Dilma para ser ministro do Planejamento no segundo mandato, Nelson Barbosaparticipou da coletiva de imprensa e informou que as medidas vão significar uma economia de R$ 18 bilhões por ano, a partir de 2015. A “minirreforma previdenciária” foi anunciada após reunião dos ministros com centrais sindicais, entre elas CUT e UGT, no Palácio do Planalto. Também participaram da coletiva a atual ministra do Planejamento, Mirian Belchior, e o ministro do Trabalho, Manoel Dias.
Entre as mudanças definidas está a triplicação do período de trabalho exigido para que o trabalhador peça pela primeira vez o seguro-desemprego. Conforme Mercadante, será elevado de seis meses para 18 meses o período seguido de trabalho para que os recursos sejam liberados ao contribuinte que acaba de ficar desempregado.
“Verificamos que 74% do seguro-desemprego está sendo pago para quem está entrando no mercado de trabalho. Agora, o trabalhador terá que trabalhar um ano e meio para ter esse direito”, disse o ministro. Para solicitar o benefício pela segunda vez, o trabalhador terá que ter trabalhado por 12 meses seguidos. Na terceira solicitação, o período de trabalho exigido continuará sendo de seis meses.
Pensão por morte
Os critérios para obter pensão por morte também ficarão mais rigorosos e o valor por beneficiário será reduzido. As novas regras não se aplicam a quem já recebe a pensão. O governo vai instituir um prazo de “carência” de 24 meses de contribuição do segurado para que o dependente obtenha os recursos.
Atualmente, não é exigido tempo mínimo de contribuição para que os dependentes tenham direito ao benefício, mas é necessário que, na data da morte, o segurado esteja contribuindo.
Será estabelecido ainda um prazo mínimo de 2 anos de casamento ou união estável para que o cônjuge obtenha o benefício. “Esse prazo é necessário e serve até para evitar casamentos oportunistas”, disse Mercadante. A atual legislação não estabelece prazo mínimo para a união.
O ministro anunciou também um novo cálculo que reduzirá o valor da pensão. “Teremos uma nova regra de cálculo do benefício, reduzindo do patamar de 100% do salário de benefício para 50% mais 10% por dependente até o limite de 100% e com o fim da reversão da cota individual de 10%”, disse Mercadante.
Pelas medidas provisórias editadas pela presidente Dilma Rousseff, deixará de ter direito a pensão o dependente condenado pela prática de crime que tenha resultado na morte do segurado. Atualmente, o direito de herança já é vetado a quem mata o segurado, mas não havia regra com relação à pensão por morte.
Outra mudança é a vitaliciedade do benefício. Cônjuges “jovens” não receberão mais pensão pelo resto da vida. Pelas novas regras, o valor será vitalício para pessoas com até 35 anos de expectativa de vida – atualmente quem tem 44 anos ou mais. A partir desse limite, a duração do benefício dependerá da expectativa de sobrevida.
Desse modo, o beneficiário que tiver entre 39 e 43 anos receberá pensão por 15 anos. Quem tiver idade entre 33 e 38 anos obterá o valor por 12 anos. O cônjuge com 28 a 32 anos terá pensão por nove anos. Quem tiver entre 22 e 27 anos receberá por seis anos. E o cônjuge com 21 anos ou menos receberá pensão por apenas três anos.
Abono salarial
Outro benefício que será limitado pelo governo é o abono salarial, que equivale a um salário mínimo vigente e é pago anualmente aos trabalhadores que recebem remuneração mensal de até dois salários mínimos. Atualmente o dinheiro é pago a quem tenha exercido atividade remunerada por, no mínimo, 30 dias consecutivos ou não, no ano.
Com a medida provisória que será publicada nesta terça-feira, só poderá obter o benefício o trabalhador que tenha exercido atividade por seis meses. “O benefício da forma como é hoje trata de forma igual quem trabalha 30 dias em um ano e quem trabalha o ano inteiro. Agora  a carência para receber o salário mínimo, em vez de um mês, passa a ser de seis meses”, explicou Mercadante.
Fonte: http://g1.globo.com/

COMEÇOU A CHORADEIRA DOS PREFEITOS

Prefeitos temem aumento de 13%
Após o anúncio do novo piso salarial dos professores da educação básica, prefeitos dizem que o reajuste vai pesar no orçamento das cidades. Segundo a Confederação Nacional dos Municípios, a medida deve aumentar em 7 bilhões de reais os gastos das prefeituras. O anúncio do Ministério da Educação atualizou em 13% o valor do piso do magistério, passando dos atuais R$ 1.697,00 para R$ 1.917,00.
De acordo com o presidente da Confederação, Paulo Ziulkoski, vai faltar dinheiro para investimentos no setor, como infraestrutura de escolas e compra de materiais. Ele afirma que, em 5 anos, o piso da categoria aumentou cerca de 70%, mas a arrecadação dos municípios não cresceu na mesma proporção. E destaca que para a educação básica brasileira melhorar é preciso ajuda do governo federal.
"Com certeza, teremos municípios e estados com dificuldades", disse Cleuza Repulho, presidenta da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). "Precisaremos da regulamentação dos royalties do petróleo e do PNE em funcionamento para garantir novos recursos. A arrecadação dos estados e municípios foi menor que a esperada", acrescentou.
O ministro da Educação (MEC), Cid Gomes, bateu o martelo sobre o aumento que o governo para o piso dos professores. O valor passará dos atuais R$ 1.697,00 para R$ 1.917,78, o que representa um aumento de 13,01%. Segundo assessores da pasta ouvidos pela reportagem, “tradicionalmente”, o valor quando constam centavos é arredondado para cima. Em razão disso, na prática, o piso deve passar para R$ 1.918. Em nota, o MEC ressaltou que o aumento foi definido com base na Lei de julho de 2008, que trata sobre o tema.
“Conforme a legislação vigente, a correção do piso reflete a variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido nacionalmente pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb)”, diz o documento. O piso salarial, desde 2009, é atualizado no mês de janeiro de cada ano e corresponde ao vencimento mínimo inicial das carreiras do magistério público da educação básica, para a jornada de, no máximo, 40 horas semanais

De acordo com dados do MEC, durante o período de 2009 a 2014 a correção do piso foi de 78,63%. A decisão sobre o novo valor ocorreu após o ministro se reunir nos últimos dois dias com representantes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). Em entrevista ao Broadcast Político no último dia 30 de dezembro, Cid Gomes, ainda como governador do Ceará, informou que uma de suas primeiras ações seria o de definir o valor do novo piso. Cid tomou posse no ministério no último dia primeiro de janeiro.
O valor previsto para ser anunciado pelo ministro corresponde também ao estimado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Tanto a entidade quanto alguns governadores, como Tarso Genro (PT), do Rio Grande do Sul, que deixou o governo, reclamam do piso em razão dos possíveis impactos nos orçamentos estaduais Em 2012, governadores de cinco Estados (MS, PR, SC, RS e CE) chegaram a questionar o pagamento no Supremo Tribunal Federal (STF), mas a maioria dos ministros reconheceu a constitucionalidade do estabelecimento de um piso nacional para os professores do ensino básico da rede pública.
Fonte: Tribuna do Norte

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

REAJUSTE DO PISO DOS PROFESSORES É DE 13,01%




Piso salarial de professores terá aumento de 13,01% e irá a R$ 1.917,78

Valor vale para professor de escola pública com regime de 40 h semanais.
O valor anterior era de R$ 1.697,39.

O governo federal vai reajustar o piso nacional de professores em 13,01%, e o valor passará a ser de R$ 1.917,78 para docentes de escolas públicas com 40 horas de trabalho semanais. O valor anterior era de R$ 1.697,39. O novo piso entra em vigor nesta terça-feira (6). Os estados e municípios precisam se adequar para pagar o novo salário aos professores já em fevereiro.
Segundo nota do Ministério da Educação, o ministro Cid Gomes reuniu-se nos últimos dias com representantes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) para determinar o valor do novo piso.
O piso salarial passou de R$ 950, em 2009, para R$ 1.024,67, em 2010, e R$ 1.187,14, em 2011, conforme valores informados no site do MEC. Em 2012, o valor vigente era R$ 1.451; em 2013, passou para R$ 1.567; e, em 2014, foi reajustado para R$ 1.697,39. O maior reajuste foi 22,22%, em 2012.
A Confederação Nacional de Municípios enviou ofício ao MEC solicitando audiência com o ministro Cid Gomes para mudar os critérios de reajuste do piso do magistério. Segundo a entidade, o aumento do piso nacional tem sido muito superior à inflação e ao crescimento das receitas municipais.
Fonte: http://g1.globo.com

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

OPORTUNIDADE DE EMPREGO EM BARRA DO CUNHAÚ

Imagem ilustrativa
Para quem esta procurando emprego a Barraca do Victor localizada na Avenida Gilberto Rodrigues (em frente ao Centro de Turismo) em Barra do Cunhaú está oferecendo vagas para Cozinheiro(a), Auxiliar de Cozinha e Garçom, os interessados deverão procurar Victor na própria barraca.

PARA ONDE VAI NOSSA EDUCAÇÃO?


Para Cid Gomes, novo lema do governo Dilma amplia responsabilidades do MEC
O recém-empossado ministro Cid Gomes (Educação) afirmou nesta sexta-feira (2) que o novo lema estabelecido pela presidente Dilma Rousseff em seu segundo mandato, que destaca o papel da educação em seu governo, "amplia responsabilidades" do MEC (Ministério da Educação).
A declaração foi feita após a cerimônia de transmissão de cargo na sede do ministério em Brasília e se refere ao lema de governo "Brasil, pátria educadora" apresentado por Dilma ontem durante sua posse do segundo mandato.
"A presidenta Dilma colocou isso como lema de governo, claro que isso amplia responsabilidades aqui do Ministério da Educação. [...] O Brasil conseguiu dar um salto grande para diminuir a miséria e [passar para] um novo patamar social. O grande desafio hoje é fazer com que a gente possa melhorar os indicadores sociais e a educação é o único caminho", disse Cid.
Segundo o ministro, o grande desafio do MEC é capacitar, educar e oferecer qualificação.  [O Brasil] ainda tem níveis de conhecimento e de matrícula bem aquém do que é ideal, por isso é necessário ter metas e avaliação permanente dessas metas.
Cid afirmou ainda que é necessário ampliar a oferta de creches e ampliar o ensino básico. E o ensino médio precisa de melhorias de qualidade.
O novo ministro também sinalizou que irá ampliar o diálogo com os professores e a pretende auxiliar Estados e municípios a ampliar a remuneração deles.
"O ensino fundamental já pode se dizer universalizado, mas um desafio permanente pela sua melhoria da qualidade e no ensino médio nós temos os dois desafios, o do acesso e o que é mais grave, da qualidade. Os indicadores do ensino médio estão bem inferiores ao fundamental", declarou

Fonte: http://noticias.bol.uol.com.br/

UM PACOTE NADA AGRADÁVEL



Pacote muda regras trabalhistas

Brasília (AE) - No primeiro pacote de medidas duras de ajuste das contas públicas, o governo Dilma Rousseff anunciou mudanças nas regras de pagamento de cinco benefícios trabalhistas - abono salarial, seguro-desemprego, seguro-defeso, pensão por morte e auxílio-doença. O governo espera economizar ao menos R$ 18 bilhões por ano aos cofres públicos. As alterações, classificadas como “correções de distorções” pelo ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, terão impacto principalmente para os novos beneficiários.


As medidas, que tornam mais difícil o acesso aos benefícios, serão enviadas em duas medidas provisórias ao Congresso, sem que o Palácio do Planalto tenha negociado o teor do pacote com a base parlamentar. Essa fórmula repete o padrão adotado pela presidente Dilma em seu primeiro mandato, o que causou muita reclamação e problemas ao governo no Congresso.

Ao apresentar o pacote, Mercadante justificou a falta de negociação com o atual Congresso em razão da renovação de quase 50% dos parlamentares. “Não houve ainda consulta à base”, admitiu o ministro. “Estamos aguardando a posse, 47% dos deputados são novos, um terço do Senado será renovado. Apresentamos e negociamos com as centrais sindicais. Vamos apresentar aos parlamentares no início da nova legislatura.”
Questionado sobre a impopularidade das medidas, que mexem com direitos trabalhistas - algo que a presidente Dilma afirmou que não faria “nem a pau” durante sua campanha de reeleição -, Mercadante discordou. “Eu não concordo que, necessariamente, são medidas impopulares. Eu senti, inclusive, na conversa com vários líderes sindicais, que eles não só aguardavam as mudanças como sabem que as distorções têm de ser corrigidas. Não estamos acabando com os programas. Todos estão sendo mantidos”, afirmou. “Nós estamos mudando as regras de acesso para os direitos serem preservados de forma sustentável, essas regras de acesso têm de ser alteradas. Agora, temos de corrigir distorções. O FAT e a Previdência são um patrimônio de todos. Estão, se não garantirmos a sustentabilidade da Previdência, as futuras gerações vão pagar um preço caro.”


Embora tomadas para corrigir problemas e irregularidades nos programas, segundo o governo, as medidas não são exatamente populares. O pacote aumenta os tempos de contribuição e, em alguns casos, reduz o valor dos benefícios pagos. As mudanças no seguro-desemprego, por exemplo, são justificadas pelo governo pelo fato de 74% estarem sendo pagos a quem está entrando no primeiro emprego. “Os mais jovens estão mais dispostos a fazer experimentos com o mercado de trabalho”, explicou Mercadante.

A partir de agora, a regra de trabalhar pelo menos seis meses em um período de 36 meses para receber o seguro só vale para quem está pedindo o benefício pela terceira vez. No primeiro pedido, será necessário ter trabalhado 18 meses e no segundo, 12 meses.

Medidas também vão dificultar acesso a pensões 
O governo também decidiu dificultar o acesso às pensões por morte, hoje um dos benefícios que mais cresceram e alvo de casamentos de “conveniência” de jovens com idosos. Haverá uma carência de dois anos no casamento ou união estável. E a pensão só será vitalícia para cônjuges com mais de 44 anos. Além disso, não será mais integral, mas calculada pelo número de dependentes.
Outro alvo foi o seguro-defeso, no centro de uma série de irregularidades, como já mostrado pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. Há casos de pessoas que não vivem da pesca recebendo o benefício, pescadores que recebem por Estados diferentes ou por modalidades diversas. “No caso do seguro defeso, houve uma dinâmica de falta de objetividade e regra de controle que acabou gerando esse tipo de distorção”, disse Mercadante.
A expectativa de economia do governo equivale a 0,3% do Produto Interno Bruto do País ao ano. “O impacto global dessas medidas, que dependem obviamente da evolução de como a sociedade vai se adaptar, é de que o conjunto gere uma redução de cerca de R$ 18 bilhões por ano, a preços de 2015”, afirmou o ministro indicado do Planejamento, Nelson Barbosa. 
O pacote sairá em duas MPs. Uma da Previdência, com as novas regras para auxílio-doença e pensão por morte, e outra do Trabalho, com os demais temas. Ambas devem ser publicadas nesta terça-feira,  no Diário Oficial e passam a valer imediatamente até a análise final no Congresso.
Fonte: Tribuna do Norte