SOS CANGUARETAMA

SOS CANGUARETAMA

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

TIMIDAMENTE AS OBRAS ESTÃO CHEGANDO EM BARRA DO CUNHAÚ

Prefeitura constrói muro de proteção na Barra
 As queixas da comunidade relacionadas à insegurança gerada pelo uso indevido do espaço público e as limitações em razão do não isolamento para as atividades de recreação dos estudantes chegaram ao fim na Escola Municipal Roberto Magalhães. Isso porque a Prefeitura Municipal de Canguaretama concluiu, no mês de setembro, o muro de proteção da instituição, localizada no distrito da Barra do Cunhaú.
A construção do muro era um pleito local, já que antes a escola ficava totalmente exposta, sendo alvo de meliantes e fonte de restrições para os estudantes. Segundo Fátima Marinho, prefeita do município, que esteve esta semana no local, a proteção, com 70m de extensão e 2,1m de altura, resguarda o patrimônio público e garante a segurança de docentes e discentes e da população que reside no entorno da escola.
Fátima ainda determinou reparos urgentes na iluminação das ruas vizinhas a instituição e enviou ofício a Polícia Militar solicitando mais atenção nas imediações das escolas do município.
 ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

Assessor de Comunicação Social: Octávio Santiago Neto

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

NÃO BASTA SER INCOMPETENTE. TEM QUE SER CALOTEIRA


Como se não bastasse o caos nos hospitais públicos do nosso estado o governo Rosalba vem complicar mais ainda a situação, simplesmente não esta fazendo o repasse referente aos pagamentos dos exames de alta complexidade com isso os serviços estão suspensos. Conforme nota oficial abaixo.

Nota de Esclarecimento
Esclarecemos aos operadores do SIGUS-APAC que o sistema encontra-se temporariamente indisponível, em função de pendências financeiras com a SESAP. 
Há mais de 4 (quatro) meses o Estado não efetua os pagamentos pela utilização do sistema, além de acumular outras pendências relativas a períodos anteriores, o que inviabiliza a manutenção e funcionamento do SIGUS.
Aguardamos que uma solução seja apresentada em breve.

Fonte: http://www.sigus.com.br

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

AUMENTA NÚMERO DE SUSPENSÕES DE CNH

Detran registra aumento de 10,5% no número de suspensões de CNH

A quantidade de carteiras de habilitação suspensas pelo Detran/RN aumentou 10,5% no primeiro semestre deste ano. Ao todo, 526 condutores tiveram suspenso o direito de dirigir, enquanto que no mesmo período de 2012 esse número foi de 476. Do total de suspensões deste ano, 94,48% são de motoristas do sexo masculino. Os números foram disponibilizados pela Procuradoria Jurídica e pelo Setor de Estatística do Detran/RN.
Apesar do número de emissão de carteiras de habilitação para mulheres condutoras ter diminuído 5,55% entre o primeiro semestre de 2013 e o de 2012, a participação nos números totais de carteiras suspensas referentes ao sexo feminino mais do que dobrou, indo de apenas 2,52% para 5,51% em 2013. 
Já a quantidade total de CNHs apreendidas também apresentou aumento parecido ao de suspensas, com crescimento de 7,3%, tomando como referência o mesmo período citado anteriormente. Nos seis meses iniciais de 2013, 1.869 carteiras foram apreendidas. 
Para o coordenador de Educação e Fiscalização de Trânsito do Detran/RN, Adryano Barbosa, estes números são fruto da integração das ações. “Sobretudo a partir deste ano, tornamos a parceria entre as instituições que trabalham pela segurança no trânsito mais intensa e integrada, notadamente com a Polícia Militar e a Polícia Rodoviária Federal. Além disso, a própria instituição da Lei Seca tornou as medidas mais enérgicas”. 
Os principais motivos para apreensão foram a infringência aos artigos 165 e 162/V do Código de Trânsito Brasileiro. O primeiro trata da proibição de dirigir sob a influência de Álcool, sendo responsável por 48,58% das apreensões. Já o artigo 162, em seu inciso V, trata do impedimento de conduzir veículo com CNH suspensa há mais de trinta dias. Segundo o CTB, em ambos os casos a infração é de natureza gravíssima, gera multa e retenção do veículo.

Fonte: Tribuna do Norte

domingo, 8 de setembro de 2013

QUEM É O PAI DO BOLSA FAMÍLIA? PETISTAS, TUCANOS OU BANCO MUNDIAL?

Bolsa Família faz dez anos; exame de paternidade aponta petistas, tucanos e neoliberais do Banco Mundial
“Deve-se confiar nos pobres, eles fazem boas escolhas”, disse a uma plateia de petistas de primeiro escalão o americano David de Ferranti, na época vice-presidente do Banco Mundial para a América Latina.
A época era o ano de 2003, mais precisamente no dia 31 de março, quando o governo Luiz Inácio Lula da Silva completava seus primeiros três meses e debatia em seminário o seu mais importante programa social.
Um tal Fome Zero.
Sem muita sutileza, Ferranti atacava a proposta que havia encabeçado a campanha de Lula ao Planalto, cuja grande inovação seria a distribuição de cartões a serem utilizados obrigatoriamente na compra de comida.
A receita alternativa do economista era o que havia de mais consensual na agenda neoliberal de Washington: unificação de ações de combate à pobreza em um programa de renda focado apenas nos segmentos mais miseráveis da poupação, no qual os beneficiários têm liberdade para usar o dinheiro desde que se comprometam com contrapartidas como a frequência escolar dos filhos.
Poucos meses depois surgia o Bolsa Família, cujo primeiro decênio de vida começa a ser comemorado pelos petistas.
É óbvio que Ferranti não havia feito uma mera contribuição pessoal ao debate. Sua tese contava com aliados no Ministério da Fazenda de Antonio Palocci e seu secretário de Política Econômica, Marcos Lisboa.
Lisboa vinha do Iets (Instituto de Estudos de Trabalho e Sociedade), entidade que tinha o Banco Mundial entre seus financiadores, e na campanha eleitoral havia coordenado um documento conhecido como a “Agenda Perdida”. O texto pregava reformas liberais na economia e ações sociais focalizadas _até então, a política social brasileira era composta basicamente por programas universais, ou seja, disponíveis para todos.
As ideias provocavam reações veementes no PT. Em um seminário no mês de abril, Guido Mantega, então ministro do Planejamento, chamou a “Agenda Perdida” de “agenda fajuta”.  Dias antes, em entrevista publicada pela Folha, a economista de maior renome no partido, Maria da Conceição Tavares, havia chamado Lisboa de “semi-analfabeto” e o Iets de “grupo de débeis mentais do Rio de Janeiro”.
Um documento publicado em 2007 pelo Banco Mundial tratou da paternidade do Bolsa Família. Relata-se um encontro sobre o assunto, naquele mesmo março de 2003, entre Lula, o presidente do organismo, James Wolfensohn, e Santiago Levy, formulador de um programa de combate à pobreza no México. Dali em diante, o banco prestou assistência técnica na elaboração do programa brasileiro.
Como o texto aponta, porém, as origens da ideia são mais antigas no debate e na prática administrativa do país. O senador Eduardo Suplicy (PT-SP), por exemplo, já defendia obsessivamente havia mais de uma década um programa de renda mínima.
Em 1995, quase simultaneamente, o governo do Distrito Federal, comandado pelo PT, e a Prefeitura de Campinas, do PSDB, lançavam iniciativas pioneiras, que seriam posteriormente copiadas ou adaptadas em uma série de municípios.
Em 2001, FHC criou o Bolsa Escola federal, repetindo o nome adotado no DF, e o Bolsa Alimentação. Até o final de seu mandato, outras ações de menor montante, como o Auxílio-Gás, seriam inauguradas.
Tucanos costumam reivindicar uma parcela majoritária do DNA do Bolsa Família, que, segundo sua argumentação, seria mera unificação de verbas já existentes. Mas foi a administração petista que deu ao programa uma escala antes inimaginável: em 2002, o Bolsa Escola e o Bolsa Alimentação gastavam juntos R$ 1,7 bilhão, ou R$ 3,2 bilhões em valores atualizados, enquanto o Bolsa Família desembolsará R$ 21,4 bilhões neste ano.
Fonte: http://dinheiropublico.blogfolha.uol.com.br


4º LOTE DE RESTITUIÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA

Receita libera amanhã consulta ao quarto lote de restituição do IR


A Receita Federal libera amanhã (9) a consulta ao quarto lote de restituições do Imposto de Renda (IR) Pessoa Física 2013. Todos os anos são liberados sete lotes regulares. O último está previsto para 16 de dezembro.
Para saber se a declaração foi liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet ou ligar para o Receitafone 146. A Receita disponibiliza ainda aplicativo paratablets e smarthphones que usam os sistemas operacionais Android e iOS, que facilitam a consulta.
Quem identificou algum erro, deve enviar uma declaração retificadora. O extrato da declaração é disponibilizado no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) no qual se encontram outras informações relativas ao IR.
O volume total de recursos das restituições do Imposto de Renda Pessoas Física que será liberado no banco, no dia 16 de setembro, chega a R$ 1,4 bilhão, para 1.351.333 contribuintes. Segundo a Receita Federal, desse total, a maior parte refere-se a declarações de idosos e pessoas com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave. Além do lote de 2013, foram liberados lotes de anos anteriores, que caíram na malha fina a partir de 2008.
Para o exercício de 2013, serão creditadas restituições para um total de 1.321.834 contribuintes, com correção de 3,64%. No caso do exercício de 2012, serão creditadas restituições para um total de 16.298 contribuintes e a correção é 10,89%.
Do exercício de 2011, serão creditadas restituições para um total de 5.960 contribuintes, corrigidas em 21,64% e do exercício de 2010 serão creditadas restituições para 4.389, corrigidas em 31,79%. O lote de 2008 tem 2.604 contribuintes, com correção de 40,25%, e o de 2008 tem 248 contribuintes, sendo a correção de 52,32%.
A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio da internet, mediante o Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.
A Receita informa também que, caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais) e 0800-729-0001 (demais localidades) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

CADASTRO POSITIVO NÃO PEGA

Cadastro positivo de pagadores tem baixa adesão entre clientes de banco.

Brasília – O cadastro positivo, registro de dados de bons pagadores, ainda não deslanchou, mesmo depois de as instituições financeiras terem começado, há cerca de um mês, a repassar as informações para os bancos de dados, após autorização dos clientes.
Nas ruas de Brasília, quando perguntadas sobre o que é o cadastro positivo, as pessoas dizem ter “noção”, mas explicam que ainda não foram procuradas para autorizar a inclusão de seus dados, nem tentaram fazer a autorização.
Esse é o caso de Carlos Almeida, 57 anos, vendedor. “A ideia é boa. Se você é bom pagador, tem que pagar taxa de juros menor, pelo seu bom histórico”, disse. Já o amigo de Carlos, Ribamar Fonseca, 43 anos, consultor de tecnologia da informação, desconfia do cadastro positivo: “Se a pessoa tiver um imprevisto e deixar de pagar uma conta, essa informação vai ficar lá”, disse.
Na Caixa Econômica Federal, por exemplo, apenas 5 mil clientes fizeram adesão ao cadastro positivo, entre 1º de agosto e 3 de setembro deste ano. Desses, 3,8 mil fizeram a adesão nas agências do banco e 1,2 mil pelo serviço de internet banking.
Já o Banco do Brasil não informou quantos clientes já fizeram adesão ao cadastro. Em nota, o banco disse apenas que desde 1º de agosto, está pronto para acolher autorizações em todas as agências e também para enviar o histórico de crédito dos clientes que tiverem autorizado a abertura de seu cadastro em quaisquer dos gestores de banco de dados habilitados.
“Com o atendimento das determinações legais, o BB iniciou as análises para implementação do processo de consulta às informações do histórico de crédito de clientes autorizados”, acrescentou.
A Caixa disse, em nota, que “o aumento no número de adesões ocorrerá a partir da disseminação do funcionamento do cadastro positivo”. E o banco lembrou que a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) elaborou cartilha com 78 perguntas e respostas sobre o cadastro positivo. “O objetivo é proporcionar um entendimento comum sobre o novo cadastro para os associados da federação e para a população em geral”, informou a entidade.
Para a Caixa, assim que o cadastro positivo tiver “quantitativo significativo de informações de clientes”, será possível fazer “análise mais acurada do comportamento do cliente, baseado no histórico de pagamentos realizados e de compromissos assumidos”.
O objetivo do banco é usar a informação nos seus modelos de risco, para melhorar a análise quando da concessão do crédito e, dessa forma, valorizar os bons pagadores.
É isso que espera o mestre de obras João França de Oliveira, 44 anos: ter acesso a juros menores por pagar as contas em dia. “Só assim, os bons pagadores vão ter alguém privilégio”, disse.
Entretanto, na cartilha, a Febraban informa que essa tão esperada redução de juros ainda vai demorar. “Esse resultado não é imediato. Primeiro, os clientes têm que conceder autorização para a abertura do cadastro. Segundo, o novo cadastro tem que ser construído com informações de crédito de várias fontes de informação por alguns anos, a fim de que haja um histórico suficientemente amplo para permitir análises estatísticas robustas”, disse.
De acordo com a cartilha da Febraban, para fazer o cadastro, os interessados, tanto pessoas físicas quanto jurídicas, precisam autorizar a inclusão de seus dados por meio texto específico fornecido pelas empresas gestoras de banco de dados (GBDs) e pelas instituições financeiras.
As empresas gestoras são a Boa Vista Serviços (BVS), a Serasa Experian e o SPC Brasil. Essas empresas são responsáveis por gerir os bancos de dados, receber informações de clientes e fornecer consultas desses dados às empresas e instituições financeiras que ofertam linhas de crédito.

Fonte: Agência Nacional

sábado, 7 de setembro de 2013

MAIS UMA BOLSA DO GOVERNO FEDERAL

Imagem ilustrativa

Bolsa Verde beneficia 42 mil famílias aliando preservação ambiental e aumento da renda

Brasília – Instituído há quase dois anos, o Programa de Apoio à Conservação Ambiental, conhecido como Bolsa Verde, que faz parte do Plano Brasil sem Miséria, beneficia cerca de 42 mil famílias em unidades de conservação e assentamentos, principalmente na Região Norte. A meta do governo é ter, até o fim do ano, 70 mil famílias cadastradas no programa. O objetivo é aliar a preservação ambiental à melhoria das condições de vida e à elevação da renda no meio rural.
Os beneficiários recebem trimestralmente R$ 300 para a conservação dos ecossistemas por meio do uso sustentável dos recursos naturais. Para ser beneficiária do Bolsa Verde, a família precisa ter renda per capitamensal até R$ 70, estar inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e no Bolsa Família. Até o momento, já foram gastos R$ 70 milhões com o programa.
Também é preciso morar em unidades de conservação de uso sustentável – as reservas extrativistas -, em assentamentos de reforma agrária ambientalmente diferenciados, em territórios ocupados por ribeirinhos, quilombolas e outras comunidades tradicionais. Ao assinar o termo de adesão ao programa, com os objetivos e as regras de funcionamento, a família se compromete com a conservação ambiental e o uso sustentável dos recursos naturais.
Segundo o secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Paulo Guilherme Cabral, o compromisso dessas famílias é não desmatar. No caso da Amazônia, é preciso manter 80% da área de reserva legal. “Esses territórios já têm uma exigência ambiental maior, por isso as famílias tendem a ter uma limitação de renda. Se pudessem desmatar e colocar pastagem ou outra atividade econômica, poderiam auferir maior renda de imediato. O programa dá uma ajuda econômica para que não precisem desmatar”, disse o secretário.
Os governos federal, estaduais e as prefeituras iniciaram em julho e devem concluir até o início de outubro uma busca ativa para identificar novas famílias que possam ser beneficiadas. “É a etapa mais complexa, já que essas comunidades estão em regiões de difícil acesso,” explicou Cabral.
Em uma segunda fase do programa, até 2014 serão capacitados 300 educadores para que possam transmitir conhecimento a 10 mil beneficiários do Bolsa Verde, em um curso de 180 horas de manejo sustentável dos recursos naturais. “Agora, entramos nessa nova etapa de como as famílias podem incrementar sua atividade produtiva, beneficiar a produção e melhorar a comercialização dos seus produtos”, disse o secretário.
Segundo ele, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária está contratando assistência técnica diferenciada para que as famílias sejam apoiadas tecnicamente no uso sustentável dos recursos. “É uma assistência técnica orientada para a realidade deles”, ressaltou.
O gestor da Reserva Extrativista (Resex) Tapajós Arapiuns, no oeste do Pará, Mauricio Santamaria, disse que 1.400 das 4.851 famílias da reserva recebem atualmente o Bolsa Verde. “Estamos indo a campo para identificar novos beneficiários que vivem em lugares muito remotos”, acrescentou.
De acordo com Santamaria, a taxa de desmatamento é muito menor por causa do programa, visto que as famílias protegem as áreas da invasão do agronegócio. “As ações de capacitação e assistência técnica para acessar mercados diferenciados dos produtos extrativistas ajudam a manter a floresta em pé,” disse o gestor, ressaltando que os óleos de copaíba e andiroba, a borracha, o artesanato e o mel são os produtos de destaque da Resex.
Segundo o MMA, o programa prevê dois sistemas de monitoramento para verificar se as comunidades beneficiadas estão cumprindo o acordo de conservação ambiental das áreas em que vivem. O monitoramento da cobertura vegetal já é feito por imagens de satélites e o monitoramento por amostragem será realizado in loco por meio de visitas periódicas aos beneficiários a partir de 2014.
“Tivemos apenas duas áreas em que verificamos desmatamento e estamos indo a campo averiguar o motivo. O que houve foi muito pontual. As próprias famílias passam a ser fiscais de ações predatórias porque estão se beneficiando do programa,” disse o secretário Paulo Cabral.

Fonte: Agência Brasil

RIO GRANDE DO NORTE, LIVRE DA FEBRE AFTOSA

Rio Grande do Norte recebe certificado de área livre da febre aftosa

O Rio Grande do Norte vai ser reconhecido nacionalmente como Área Livre de Febre Aftosa com Vacinação. A assinatura da instrução normativa acontece nesta sexta-feira (06), às 15 horas, na presença da governadora Rosalba Ciarlini e do ministro da Agricultura, Antônio Andrade.
O Instituto de Defesa de Inspeção Agropecuária do Estado (IDIARN) iniciou o inquérito soroepidemiológico que visa o reconhecimento do RN como área livre da febre aftosa em outubro do ano passado. Esse processo objetivou confirmar que o vírus da aftosa não está circulando em território estadual.
Na primeira fase do processo, aconteceram as visitas prévias às propriedades selecionadas pelo Departamento de Saúde Animal (DSA), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). A seleção foi feita de forma aleatória e com base na movimentação de trânsito, analisando o banco de dados do IDIARN.
As propriedades selecionadas passaram pelas seguintes etapas: visitas prévias; colheita de amostras; colheita de amostras pareadas e monitoramento com inspeção clínica dos animais. As propriedades não puderam movimentar os animais pertencentes às amostras (bovinos de 06 a 24 meses) até a conclusão do processo.
Em seguida, o IDIARN enviou 4.301 amostras de sangue da espécie bovina e 1.980 amostras de sangue de pequenos ruminantes ao Laboratório Nacional Agropecuário do Estado do Rio Grande do Sul (LANAGRO/RS) para realização de testes sorológicos.
Considerando os resultados favoráveis obtidos pelas amostras colhidas em propriedades sob monitoramento, foram encerradas em maio de 2013 as atividades do Inquérito Soroepidemiológico com vistas ao reconhecimento do Rio Grande do Norte como Área Livre de Febre Aftosa com Vacinação.
A governadora Rosalba Ciarlini comemorou a conquista do certificado. “Essa vitória é histórica e se deve aos esforços de cada um dos criadores do Estado. O RN livre de febre aftosa é, sem dúvidas, um RN mais forte, mais competitivo no setor agropecuário, um RN maior”, concluiu a governadora.

Fonte: www.rn.gov.br

FAIXA DE PEDESTRES... NINGUEM RESPEITA!

Infelizmente essa imagem é mais comum do que se imagina, a faixa de pedestres não é respeitada, especialmente a que fica em frente ao Banco do Brasil, simplesmente ninguem respeita, carros, motos, bicicletas e até viaturas oficiais que deveriam servir de exemplo estacionam na faixa destinada aos pedestres, poucos param e esperam a travessia das pessoas. Estamos longe de termos motoristas conscientes.